- Em ministração desta terça-feira (5), o pastor Joel Engel abordou o significado espiritual da Santa Ceia e a “cultura da mesa”.
- A igreja viu a mesa como convite à reflexão sobre o amor, o perdão e a forma como tratamos as pessoas, além de ser um espaço de comunhão com Deus.
- Engel destacou que Jesus sabia que Judas o trairia e que Pedro o negaria, mas os recebeu à mesa, mostrando que o amor de Deus é uma decisão e olha o coração.
- O pastor pediu que os fiéis avaliem como têm reagido às pessoas, ao ofensor e aos conflitos, ressaltando a diferença entre o amor humano e o amor de Deus.
- Sobre o amor que serve, ele citou Jesus lavando os pés dos discípulos e afirmou que o amor maduro não reage, mas serve, até mesmo na cruz, para restaurar e transformar.
Na ministração desta terça-feira (5), o pastor Joel Engel tratou do significado espiritual da Santa Ceia e da retomada da “cultura da mesa” na vida cristã. A mensagem enfatizou a Ceia como convite à reflexão sobre amor, perdão e relação com as pessoas.
O pastor afirmou que a Ceia não é mero ritual, e sim um espelho para entender como Deus ama e como as pessoas devem amar. Disse ainda que a mesa funciona como um espaço de comunhão com Deus, e que cada casa tem seu primeiro altar nesse encontro.
A mesa revela o coração
Engel explicou que o exame de si promovido pela Bíblia é mais amplo que o passado; envolve questionar se se mantém a capacidade de amar diante das dificuldades. Perguntas como desistir das pessoas ou reagir a ofensas aparecem como indicadores do estado interior.
O amor humano, segundo o pastor, difere do amor de Deus: ele permanece quando as falhas aparecem e busca restaurar, em vez de cobrar. Em sua leitura, o amor divino governa, serve e restaura, ao contrário do amor humano que tende a reagir.
O amor que serve
Ao rememorar Jesus lavando os pés dos discípulos, Engel destacou que servir não é sinal de fraqueza, mas de maturidade espiritual. Ele ressaltou que o ato mostra o amor que se abaixa para alcançar quem está em posição de menos.
O pastor lembrou também a oração de Jesus na cruz, “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”, como exemplo de amor maduro que não depende da atitude alheia para manter a essência. Por fim, citou que o maior amor é dar a vida pelos amigos.
A pregação encerrou apontando a Ceia como momento de restauração, em que o amor de Deus confronta e constrange a buscar semelhar-se mais a Cristo a cada dia.
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