- O cristianismo cresce com mais velocidade no hemisfério sul, especialmente na África e na Ásia, segundo o relatório Status of Global Christianity 2026.
- África tem cerca de 780 milhões de cristãos; Ásia, 415 milhões.
- Taxa anual de crescimento: África, 2,6%; Ásia, 1,27%.
- O estudo aponta uma transferência gradual do centro do cristianismo para África, Ásia e América Latina; até 2075, mais de oitenta por cento da população cristã mundial deverá estar nessas regiões.
- Projeções indicam que a República Democrática do Congo pode superar os Estados Unidos em número de fiéis; Europa e América do Norte enfrentam quedas, e o Oriente Médio registra menor presença cristã.
O cristianismo cresce com maior intensidade no hemisfério sul, principalmente na África e na Ásia, conforme o relatório Status of Global Christianity 2026, do World Christian Database. O estudo destaca mudanças no mapa global da fé.
A África abriga hoje cerca de 780 milhões de cristãos, consolidando-se entre as regiões com maior expansão. A Ásia ultrapassa 415 milhões, refletindo o crescimento em diversos países do continente.
A África registra a maior taxa anual de crescimento, estimada em 2,6% ao ano. A Ásia apresenta ganho médio anual de 1,27%.
Mudanças regionais
Os pesquisadores apontam a transferência do centro do cristianismo mundial para o hemisfério sul, especialmente África, Ásia e América Latina. Até 2075, a previsão é que mais de 80% dos cristãos estejam nessas regiões.
Entre as projeções, a República Democrática do Congo pode superar os EUA em número de fiéis nas próximas décadas. O país enfrenta desafios de segurança e liberdade religiosa.
Panorama por região
Regiões historicamente ativas apresentam queda. Na Europa, hoje há cerca de 553 milhões de cristãos, com queda anual estimada em 0,41%. Na América do Norte, com ~275 milhões, a redução é de 0,16% ao ano.
O Oriente Médio, berço do cristianismo, registra redução contínua da presença cristã. Os cristãos passam a representar cerca de 4,2% da população local, ante 6,1% em 1970, conforme a revista Comunhão.
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