- A polícia da Eritreia prendeu 13 cristãos que estavam reunidos para oração em local não divulgado, levando-os para a 5ª delegacia da capital, Asmara.
- Segundo a Portas Abertas, um dos detidos já tinha passado 15 anos no centro de detenção de Mitire e foi libertado há menos de um ano.
- A organização afirma que, em casos semelhantes, os cristãos detidos costumam não ser formalmente acusados nem levados a julgamento, com prisões ocorrendo de forma arbitrária.
- A Eritreia restringe a prática religiosa desde 2002, quando religiões fora do Islã e das denominações oficiais (Ortodoxa, Católica e Luterana) passaram a enfrentar repressão, inclusive em cultos em casas.
- A Portas Abertas pediu orações e destacou a necessidade de mudanças no país, defendendo liberdades de locomoção, reunião e culto sem medo para os cidadãos.
A polícia da Eritreia prendeu 13 cristãos que estavam reunidos para orar em um local não divulgado; os detidos foram encaminhados à 5ª delegacia de Asmara, capital do país.
Segundo fontes da Portas Abertas, um dos presos já havia passado 15 anos no centro de detenção de Mitire e foi libertado há menos de um ano.
A organização señala que prisões por motivos religiosos no Eritreia costumam ocorrer sem acusações formais nem julgamentos, com prisioneiros mantidos sob detenção arbitrária.
Ao longo de 24 anos, milhares de cristãos foram presos sem acesso a processo judicial; alguns libertados após longos períodos, outros permanecem detidos, segundo relatos.
Desde 2002, o governo restringe religiões fora do Islã e das denominações cristãs reconhecidas; igrejas domésticas têm sido alvo de repressão e de prisões por culto.
Alguns detidos teriam sido submetidos a maus-tratos por manter a fé cristã, conforme relatos de organizações de direitos humanos.
Portas Abertas pediu orações pelos detidos e pelas famílias, e anunciou que acompanha o caso, defendendo mudanças no país para ampliar liberdades religiosas.
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