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Netanyahu autoriza acesso do patriarca latino à Igreja do Santo Sepulcro

Netanyahu reverte veto e autoriza acesso pleno do patriarca latino à Igreja do Santo Sepulcro, após críticas internacionais sobre restrição religiosa

El cardenal latino católico Pierbattista Pizzaballa (segundo por la izquierda) durante una reunión con la policía de Israel, este lunes, un día después de que se le impidiera la entrada al Santo Sepulcro.
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  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, reverteu nesta madrugada a proibição de entrada ao Santo Sepulcro para o Patriarca latino Pierbattista Pizzaballa, permitindo-lhe celebrar serviços religiosos conforme desejar.
  • Netanyahu afirmou que o Patriarca terá acesso pleno e imediato à Igreja do Santo Sepulcro, após justificar anteriormente o veto por motivos de segurança.
  • Pizzaballa tentou celebrar a bênção e a missa privada durante o Domingo de Ramos, com apenas três pessoas, mas foi impedido pela polícia israelense.
  • As celebrações da Semana Santa foram afetadas pelo risco de segurança devido à guerra em curso, com lugares sagrados fechados há um mês e a tradicional procissão do Domingo de Ramos substituída por uma missa em Getsemani.
  • Reações internacionais foram de condenação por parte de negociadores europeus e líderes de outros países, com críticas ao manejo das restrições religiosas em Jerusalém.

Benjamín Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, revogou nesta madrugada a proibição de entrada ao Santo Sepulcro para o Patriarca Latino Pierbattista Pizzaballa. O pedido de acesso pleno foi confirmado pelo premiê, que justificou a decisão por questões de segurança.

De acordo com o comunicado oficial, Pizzaballa poderá celebrar serviços religiosos na basílica de Jerusalém sem restrições. A medida chega após debate sobre limites de adoração impostos por segurança em áreas sensíveis.

O incidente ocorreu durante o Domingo de Ramos, quando o patriarca pretendia realizar uma bênção privada com poucas pessoas. As restrições de segurança limitavam a presença a 50 fiéis, em meio ao contexto de tensões regionais.

Repercussões internacionais

Diversos líderes europeus expressaram preocupações com a fiscalização de cultos em locais de culto em Jerusalém. Em especial, representantes de Espanha, França e outros países condicionaram a normalização das práticas religiosas à garantia de liberdade de culto.

O embaixador dos EUA em Israel também criticou a exclusão, apontando inconsistência entre as regras aplicadas a diferentes comunidades religiosas. Em resposta, autoridades israelenses afirmaram que as medidas visam evitar aglomerações em meio ao conflito regional.

O ministro de Exteriores espanhol convocou a Embaixada de Israel para tratar da situação e reiterar que o culto católico deve ser realizado conforme a tradição. O governo espanhol classificou a medida como preocupante e inaceitável.

O presidente do governo espanhol destacou a violação à liberdade religiosa, recebendo resposta de autoridades israelenses que defenderam a necessidade de controles de segurança. A troca ocorreu em meio a uma crise diplomática temporária.

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