- O Papa Leão XIV afirmou que os aviões devem ser “portadores de paz” e que bombardeios aéreos devem ser banidos, durante encontro com funcionários da ITA Airways.
- Ele não se referiu especificamente à guerra contra o Irã, mas reiterou o repúdio à violência e à devastação causada por conflitos.
- Em oração dominical no Vaticano, Leão XIV pediu novamente cessar-fogo e descreveu a morte e o sofrimento decorrentes do conflito como um “escândalo para toda a família humana”.
- O pontífice disse estar acompanhando a situação com desânimo e pediu perseverança na oração para que hostilidades cessem e a paz seja alcançada.
- Leão XIV, eleito em maio do ano anterior, tem sido cauteloso em relação a críticas diretas à decisão dos Estados Unidos sobre o Irã, contando com a atuação do colégio de cardeais.
O papa Leo XIV pediu que aviões sejam “portadores de paz” e defendou o banimento de bombardeios aéreos, em apelo feito durante encontro com funcionários da ITA Airways, em Roma. A declaração ocorreu no contexto da crise entre EUA, Israel e Irã.
O pontífice afirmou que ataques aéreos repetem horrores do século passado e que o avanço tecnológico deve servir à paz, não à guerra. As observações foram feitas ao receber a equipe da transportadora italiana, sem menção direta ao conflito específico.
No domingo, durante a oração do Angelus na Praça Soberba, ele reiterou o pedido por cessar-fogo e descreveu a violência como escândalo para a humanidade. O papa pediu perseverança na oração para abrir caminho à paz.
Contexto do apelo papal
Ao longo de 2026, Leo tem mantido cautela ao tratar de envolvimento direto com as decisões dos EUA sobre o Irã, confiando críticas ao seu colégio cardinalício. Cardeais italianos têm feito abordagens públicas sobre o tema, enfatizando responsabilidade humanitária.
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