- Em Fortaleza, na segunda-feira, 16 de março, ocorreu um culto ao ar livre promovido pela Aviva Universitário na Praça da Bandeira, em frente à UFC, marcando a primeira edição do movimento na cidade.
- Professores e estudantes participaram de louvor, oração e ministração; imagens nas redes sociais mostram jovens em adoração em ambiente público.
- O evangelista Lucas Teodoro, líder da missão, disse que o movimento revela uma busca espiritual entre universitários e um despertar no meio acadêmico do Brasil.
- Ele mencionou desafios enfrentados por cristãos nas universidades e afirmou que há uma “luta grande” do inferno para impedir esse andamento.
- Ao responder a críticas contra a juventude, Teodoro afirmou que a geração não é a mais problemática e ressaltou a continuidade do movimento, com a expectativa de uma geração cheia do Espírito Santo nas universidades.
Na segunda-feira, 16 de março, jovens se reuniram em Fortaleza para um culto ao ar livre promovido pela Aviva Universitário. O encontro ocorreu na Praça da Bandeira, em frente à UFC, marcando a estreia do movimento na capital cearense. O objetivo foi promover adoração, oração e ministério entre universitários em espaço público.
Relatos nas redes sociais mostram o grupo em momentos de louvor, oração e intercessão entre os presentes. A organização informou que a iniciativa busca fortalecer a fé entre estudantes e fomentar um movimento espiritual dentro do ambiente acadêmico.
O evangelista e líder da Aviva Universitário, Lucas Teodoro, descreveu a mobilização como expressão da fome espiritual entre universitários. Ele destacou ainda a intenção de despertar o Espírito Santo no meio acadêmico do Brasil e ressaltou a resistência a críticas sobre jovens cristãos nas universidades.
Durante a ministração, Teodoro abordou desafios enfrentados por cristãos no ensino superior e mencionou uma adversidade espiritual. Ele ressaltou que há uma batalha para que esse movimento não ocorra, chamada de luta pela nação.
O líder também respondeu a críticas comuns, afirmando que a geração atual não está condenada à deriva e defendendo a continuidade do movimento entre estudantes. Segundo ele, há uma geração com fome de Deus nas universidades brasileiras.
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