- O papa leão sugiro que líderes cristãos políticos que iniciam guerras devem confessar-se e avaliar se seguem os ensinamentos de Jesus, em discurso a padres.
- Não citou nomes, mas mencionou conflitos recentes, incluindo a guerra no Irã, que começou com ataques aéreos dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro.
- Reforçou que Jesus ensinou a não violência e que a Igreja Católica, em geral, se opõe à guerra; a tradição da guerra justa é usada para avaliar conflitos.
- O cardeal Robert McElroy, de Washington, afirmou que os ataques EUA-Israel contra o Irã não foram moralmente legítimos por não atenderem aos critérios da guerra justa.
- O pontífice falou durante congresso vaticano sobre a confissão, rito que, segundo ele, ajuda os fiéis e promove paz e união na sociedade.
O Papa Leo afirmou que líderes religiosos cristãos que iniciam guerras devem fazer confissão e avaliar se estão seguindo os ensinamentos de Jesus. A declaração foi feita sem mencionar indivíduos ou conflitos específicos e ocorreu durante uma homilia para sacerdotes no Vaticano.
A fala ocorre em meio a apelos recentes do pontífice para o fim da guerra em curso envolvendo o Irã, iniciada após ataques aéreos entre EUA e Israel em 28 de fevereiro. O pontífice ressaltou a necessidade de humildade e exame de consciência entre quem tem poder para decidir ações militares.
Contexto sobre guerra justa
O Vaticano enfatiza a tradição da guerra justa, com critérios para determinar se um conflito é moralmente justificável, como a defesa legítima contra invasão injusta. Autoridades católicas têm discutido a moralidade de intervenções militares recentes no Oriente Médio e em outras regiões.
Cardeais e líderes religiosos próximos ao tema destacam que a guerra não é uma solução desejável e que caminhos de diálogo devem prevalecer. Em Washington, o arcebispo Cardeal Robert McElroy questionou a legitimidade moral de ações contra o Irã sob os mesmos critérios.
O Papa reforçou que o ritual da confissão pode ajudar fiéis a buscar paz e unidade social. A prática, segundo ele, facilita a reconciliação individual e, por consequência, a convivência mais pacífica na sociedade.
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