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John Piper aponta a vigilância como chamado do cristão no fim dos tempos

Piper afirma que, no fim dos tempos, o chamado cristão é vigilância espiritual: manter fé, oração e missão diante de guerras e crises, sem pânico

O pastor e escritor John Piper. (Foto: Desiring God)
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  • John Piper diz que o principal chamado dos cristãos nos fim dos tempos é vigilância, não viver com medo.
  • Não é para alarmar nem marcar datas; é para ser sóbrio, orar, manter vigilância espiritual e ser fiel à vontade de Deus, aguardando a vinda do Senhor.
  • A reflexão nasceu de questionamento sobre Mateus 24; o pastor cita guerras frequentes como sinais, descritos por Jesus como dores de parto.
  • O perigo, segundo ele, não é interpretar mal os sinais, mas embriagar-se de notícias e tornar-se insensível à perspectiva da volta de Cristo.
  • A resposta bíblica é perseverar na fé e na missão de anunciar o evangelho, mantendo o amor vivo e a vigilância espiritual até o fim.

John Piper afirma que o principal chamado do cristão nos tempos finais é a vigilância espiritual, não o medo ou a especulação profética. A observação foi feita em resposta a uma pergunta sobre o papel do cristão nos últimos tempos, discutida no canal Desiring God.

O teólogo americano argumenta que o grande perigo não é interpretar mal os sinais, mas permitir que o medo ou a indiferença dominem a prática da fé. Ele destaca a necessidade de sobriedade, oração e fidelidade aos deveres cristãos em meio a notícias de conflito e crise.

Piper enfatiza que os acontecimentos descritos por Jesus nos relatos bíblicos, como guerras e desastres, são usados para indicar que algo maior está por vir. Segundo ele, muitos relatos diários podem gerar angústia ou insensibilidade entre as pessoas.

Vigilância espiritual é o núcleo de sua mensagem. O pastor lembra que Jesus descreveu sinais do período anterior ao fim da era como dores de parto, apontando para um momento decisivo sem detalhar datas.

O teólogo também comenta que, segundo as Escrituras, o amor de muitas pessoas tende a esfriar diante da maldade crescente. Ele associa esse fenômeno à hipocrisia do amor, ressaltando que o calor humano é essencial para manter a fé viva.

Diante desse cenário, Piper orienta que a resposta cristã não é o pânico, mas a perseverança. Ele cita a ideia de que quem perseverar até o fim será salvo e reforça a missão de proclamar o evangelho.

Para ele, o caminho dos fiéis diante das incertezas é manter a vigilância, cultivar o amor e permanecer firme na fé enquanto aguardam a vinda de Cristo.

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