- O pastor brasileiro Homero Aziz, que vive em Amã, afirmou que três foguetes atingiram o bairro Marj el-Hamam, a cerca de um quilômetro de sua casa.
- A escalada do conflito no Oriente Médio aumenta a vigilância e a ansiedade entre moradores e refugiados na Jordânia.
- Sirenes são ouvidas com frequência; empresas ajustam horários e igrejas revisam planos de emergência.
- As igrejas convocaram reuniões de oração e orientam crentes a não espalhar rumores ou medo; a comunidade cristã local é pequena, porém resiliente.
- Aziz mantém contato com cristãos de Síria, Iraque, Líbano e Israel; quando a tensão aumenta, há troca de mensagens sobre segurança entre as igrejas.
Pastor brasileiro na Jordânia relata tensão no Oriente Médio após queda de foguete a 1 km de casa e igreja. Homero Aziz vive em Amã há mais de uma década e afirmou que três foguetes atingiram o bairro Marj el-Hamam, próximo à residência e ao local de culto.
Segundo Aziz, a situação no país é de vigilância constante. Moradores recebem atualizações frequentes e ajustes de horários ocorrem em empresas, com preocupações entre famílias de refugiados que já passaram por guerras no Oriente Médio.
Aproximação de conflitos elevou a ansiedade entre a comunidade cristã local, que atua com ações de apoio a refugiados iraquianos e sírios. Mesmo com tensão, não há pânico generalizado nas ruas, indicou o pastor.
As igrejas da região têm promovido reuniões de oração para fortalecer fiéis diante da escalada militar. Aziz ressaltou que a fé é prática, com atividades ministeriais mantidas e auxílio a famílias necessitadas.
Continuidade e rede de solidariedade
O pastor mencionou contato constante com cristãos de Síria, Iraque, Líbano e Israel. Em momentos de crise, líderes comunitários trocam mensagens verificando a segurança de cada igreja e congregação.
Aziz destacou que a resposta da comunidade é de cuidado mútuo. Quando a região respira apreensão, a rede de oração se fortalece e ações solidárias se intensificam.
A escalada no Oriente Médio envolve Israel, Irã e EUA, conforme o relato, e segue com impactos indiretos na Jordânia. Autoridades locais não divulgaram novos pronunciamentos oficiais neste momento.
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