- Líderes de igrejas domésticas no Irã dizem que o Evangelho está crescendo mesmo diante de conflitos e repressão governamental.
- A Global Christian Relief afirma que as informações divulgadas não refletem a realidade do que acontece no país.
- A líder Bita, em meio a protestos, ajudou a tratar a filha ferida e compartilhou a fé com duas enfermeiras, que se converteram; ela também batizou as enfermeiras.
- Após o episódio, mais cinco pessoas teriam aceitado Jesus por meio do ministério da igreja doméstica, que continua reunindo-se clandestinamente e discipulando convertidos.
- O contexto recente inclui ataques que levaram à morte do líder supremo Ali Khamenei, gerando instabilidade e levando a apelos por oração e apoio à igreja.
Nos últimos meses, líderes de igrejas domésticas no Irã relatam que o Evangelho vem ganhando espaço mesmo em meio a conflitos e repressão. Organizações cristãs destacam que a fé segue sendo compartilhada em casas, quartos de hospital e espaços comunitários.
Bita, líder de uma igreja doméstica, viu sua filha de 17 anos ser baleada por forças de segurança durante protestos em janeiro. Sem acesso a hospitais, buscaram atendimento em outra cidade, onde enfermeiras ouviram a mensagem cristã e se converteram. Posteriormente, Bita batizou as duas enfermeiras.
A história é usada pela rede Global Christian Relief como exemplo de resiliência. Segundo a organização, após o episódio, mais cinco pessoas teriam se unido à igreja liderada por Bita. A nota aponta que a igreja continua se reunindo e discipulando, mesmo sob risco de prisão ou punição.
A Igreja no Irã em ação
No último fim de semana, relatos indicaram que iranianos e israelenses celebraram a fé em diferentes cidades do mundo, em meio ao anúncio da morte do aiatolá Ali Khamenei. Autoridades iranianas são apontadas como potencialmente mais repressivas em períodos de instabilidade.
A Global Christian Relief afirmou que momentos de convulsão política costumam ser perigosos para os crentes, reforçando a necessidade de apoio e oração. A organização ressaltou que a Igreja persiste em compartilhar a mensagem em locais onde há risco legal ou físico.
No Irã, a atividade de igrejas domésticas continua com discipulado de novos convertidos e reuniões discretas. A rede ressalta a importância de a comunidade global reconhecer e apoiar esses fiéis que mantêm a prática da fé em meio a perseguição.
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