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Evangélicos não dependem de benefícios do governo

Pastor afirma que evangélicos não vivem de benefícios do governo, criticando declaração de Lula e ressaltando a contribuição da igreja à sociedade

Pastor Cláudio Barrozo critica declaração do presidente Lula sobre evangélicos no Brasil
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  • O pastor Cláudio Barrozo afirmou, nesta quarta-feira (24), que os evangélicos não vivem de benefícios do governo, reagindo à declaração do presidente Lula.
  • Barrozo disse que a fala do presidente busca dividir os evangélicos e desvalorizar a contribuição da igreja na sociedade.
  • O pastor destacou que os evangélicos contribuem para o Brasil na área social, educação e saúde.
  • Segundo ele, os evangélicos são uma força positiva e não merecem ser desmerecidos por declarações “infelizes”.
  • Barrozo encerrou afirmando que os evangélicos seguirão firmes na fé e na missão de levar a Palavra de Deus.

O pastor Cláudio Barrozo reagiu nesta quarta-feira (24) às declarações do presidente Lula de que os evangélicos vivem de benefícios do governo. Segundo Barrozo, a afirmação busca dividir os fiéis e desvalorizar a atuação da igreja evangélica no Brasil.

Em declarações divulgadas pela assessoria do pastor, ele afirmou que os evangélicos vivem da fé, da Palavra de Deus e do seu compromisso com a igreja, não de auxílios públicos. A posição enfatiza que a comunidade tem contribuído para áreas como educação, saúde e assistência social.

Barrozo ressaltou que os evangélicos formam uma base unida e que não devem ser alvos de ataques que visem criar dissensão entre diferentes segmentos da sociedade. O líder afirmou ainda que a igreja continuará engajada na divulgação de sua mensagem e no serviço à comunidade.

O pastor também destacou que a atuação evangélica no Brasil é marcada por iniciativas sociais e by projetos de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. A resposta ocorre após o pronunciamento do chefe do Executivo em meio a debates sobre papel das religiões no país.

Contexto e desdobramentos: a reação de Barrozo chega em meio a uma série de manifestações públicas sobre a relação entre governo e religiões, sem, contudo, indicar qualquer medida oficial ou participação em políticas públicas específicas.

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