- Relatório divulgado nesta quarta-feira aponta que o número de cristãos presos no Irã em dois mil e vinte e cinco quase dobrou, passando de 250 detidos.
- A percepção é de aumento da repressão contra cristãos, especialmente aqueles que praticam a fé de forma pública ou sem autorização oficial.
- A maioria dos presos são convertidos do islamismo, vistos como ameaça à ordem religiosa e política do país.
- Autoridades têm aumentado a vigilância e a repressão a igrejas clandestinas e a atividades religiosas não autorizadas, com prisões por compartilhar fé, distribuir Bíblias ou realizar cultos em locais não reconhecidos pelo Estado.
- O relatório pede que a comunidade internacional acompanhe a situação e pressione o Irã a respeitar os direitos humanos e a liberdade religiosa.
Um relatório divulgado nesta quarta-feira (20) indica que a repressão aos cristãos no Irã aumentou acentuadamente em 2025, com mais de 250 detidos. A organização responsável pelo documento aponta crescimento das prisões nos últimos anos, especialmente entre convertidos do islamismo.
Segundo o levantamento, o governo iraniano intensificou ações contra fiéis que exercem a fé publicamente ou sem autorização. A maior parte dos presos são convertidos do islamismo, vistos como ameaça à ordem religiosa e política do país.
O texto destaca também aumento da vigilância sobre igrejas clandestinas e atividades religiosas não autorizadas. Vários cristãos foram detidos por compartilhar a fé, distribuir Bíblias ou participar de cultos em locais não reconhecidos pelo Estado.
A organização solicitou à comunidade internacional que amplie o acompanhamento da situação no Irã e pressione o governo a cumprir direitos humanos e liberdade religiosa. Dados indicam perseguição contínua a minorias religiosas.
O Irã é considerado entre os países mais perigosos para cristãos no mundo, que enfrentam violência, prisão e tortura. Mesmo com as dificuldades, a fé cristã permanece presente entre os fiéis, que costumam praticar de forma discreta.
Aumento de presos cristãos no Irã
O relatório aponta que o número de cristãos presos quase dobrou em 2025, chegando a mais de 250 detidos. A organização que divulgou o documento ressalta a tendência de repressão nas últimas passagens.
Conforme a análise, autoridades intensificaram ações contra cristãos que realizam cultos não autorizados ou que distribuem materiais religiosos. A maior parte dos casos envolve convertidos que mantêm a fé em espaços não oficiais.
A seção ressalta ainda que a vigilância sobre igrejas não reconhecidas tem se ampliado, com prisões ligadas a atividades como compartilhar fé e participar de encontros religiosos. Fontes indicam que muitos casos não são tornados públicos.
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