- Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara do Rio de Janeiro repudiou episódio de intolerância religiosa na Sapucaí, durante o Carnaval.
- Integrantes de uma escola de samba realizaram uma cerimônia de lavagem de alma na avenida, interpretada por alguns como tentativa de intolerância religiosa.
- A comissão afirmou que o episódio afronta a diversidade cultural e religiosa do Brasil e deve ser repudiado pela sociedade.
- Ressaltou que a liberdade religiosa é direito fundamental garantido pela Constituição Federal e que manifestações que violem esse direito devem ser combatidas com firmeza; acompanhará o caso e tomará providências cabíveis.
- A repercussão nas redes sociais foi mista, com apoio à comissão e críticas à defesa da manifestação como expressão cultural e religiosa legítima.
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara do Rio de Janeiro repudiou um episódio de intolerância religiosa ocorrido na Sapucaí, durante o Carnaval, em pleno desfile das escolas de samba. O episódio foi visto como afronto à liberdade de culto e à diversidade cultural.
O acontecimento ocorreu na noite de sábado, quando membros de uma escola de samba realizaram uma cerimônia de lavagem de alma. A prática foi interpretada por alguns como manifestação de intolerância religiosa durante o evento.
Segundo a comissão, a liberdade religiosa é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal. Qualquer ação que viole esse direito deve ser combatida com firmeza. A Sapucaí, afirma, precisa permanecer como espaço de diversidade.
A instituição informou que acompanhará o caso e adotará as providências cabíveis para assegurar o respeito à liberdade religiosa e à diversidade cultural no Carnaval. A defesa dos direitos humanos reforça a importância de agir contra atos de intolerância.
Repercussões nas redes
Nas redes sociais, as manifestações foram diversas. Enquanto parte dos usuários apoia a atuação da comissão, outros defendem a expressão cultural e religiosa como legítima.
Especialistas lembram que o Carnaval é um espaço de convivência entre várias manifestações culturais. A comissão reforça a necessidade de promover inclusão e respeito, sem tolerar qualquer forma de intolerância.
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