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Jogadores da NFL realizam evangelização em prisão e convertem 30 detentos

Jogadores da NFL promovem evangelismo em San Quentin; mais de 30 presidiários converteram e houve oito batismos

Os atletas ministraram a Palavra de Deus na prisão. (Foto: Reprodução/Instagram/God Behind Bars)
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  • Jogadores da NFL participaram de evangelismo com o ministério God Behind Bars na Penitenciária Estadual de San Quentin, na Califórnia.
  • O encontro no pátio da prisão atingiu cerca de cento e cinquenta presidiários, resultando em mais de trinta conversões e oito batismos.
  • Will Anderson, do Houston Texans, compartilhou seu testemunho de redenção e ressaltou o impacto de Deus na vida das pessoas.
  • K. J. Wright, do Seattle Seahawks, relatou a transformação recebida após entregar a vida a Deus, citando o batismo no Rio Jordão como marco.
  • Rashad Jennings, ex-jogador, disse que entrou na prisão durante o fim de semana do Super Bowl e saiu transformado, destacando a adoração entre os detentos.

Dois jogadores da NFL se uniram ao ministério prisional God Behind Bars para realizar um evento evangelístico na Penitenciária Estadual de San Quentin, a prisão mais antiga da Califórnia. A ação mobilizou 150 detentos no pátio da unidade, que ouviram mensagens de fé e receberam orações. Ao todo, mais de 30 presidiários teriam se convertido, com 8 batismos registrados.

Entre os presentes esteve Will Anderson, defensor do Houston Texans, que compartilhou um testemunho sobre redenção e destacou a possibilidade de Deus usar pessoas improváveis para ministrar a mensagem. Ele afirmou que, embora reconheça os prêmios, o impacto espiritual de ajudar outros é o que mais lhe inspira.

K J Wright, linebacker do Seattle Seahawks, também participou e relatou ter encontrado Jesus durante uma viagem a Israel. O ex-jogador Rashad Jennings contou que entrou na prisão durante o fim de semana do Super Bowl e saiu transformado, descrevendo o ambiente como puro louvor sem palco ou holofotes.

A equipe de atletas relatou que o momento de oração e adoração tocou profundamente os presidiários, que cantavam e buscavam motivação espiritual. A experiência trouxe reflexões sobre liberdade interior e o papel da fé na transformação pessoal, segundo relatos da organização.

Ao final do encontro, oito detentos desceram às águas em batismo público, revelando uma decisão de fé diante de colegas e autoridades da prisão. A iniciativa é descrita como um marco de avivamento dentro do complexo carcerário, segundo o ministério.

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