- Perseguição contra cristãos aumentou em trinta e quatro países, segundo relatório da Portas Abertas.
- A violência e a discriminação contra fiéis cresceram em várias regiões.
- Em Mali, Nigéria, Síria e outros locais há violência física, discriminação social, restrições legais e até assassinatos.
- O estudo associa o agravamento a conflitos armados, instabilidade política e intolerância religiosa, defendendo ações internacionais e locais para proteger os cristãos.
- O relatório completo está no site da Portas Abertas, que destaca a natureza global do problema e a necessidade de defender direitos humanos e a liberdade religiosa.
A Portas Abertas divulgou um relatório que aponta um aumento expressivo da perseguição contra cristãos em 34 países ao redor do mundo. A organização, que monitora a liberdade religiosa, registrou crescimento tanto em violência quanto em discriminação institucional e social. O estudo situa o problema como multidimensional, envolvendo ações diretas e restrições legais.
Entre os países citados, aparecem Mali, Nigéria e Síria, entre outros. Em cada caso, o documento indica diferentes formas de violação: violência física, rejeição social, barreiras legais e, em alguns locais, assassinatos por motivos religiosos. A diversidade de casos reforça a natureza global do tema.
Segundo a Portas Abertas, as situações de perseguição são mais intensas onde há conflitos armados, instabilidade política e maior intolerância religiosa. O relatório também ressalta a necessidade de respostas coordenadas entre comunidades internacionais e autoridades locais para proteger fiéis e promover direitos fundamentais.
A organização enfatiza que o problema não se restringe a regiões específicas, afetando milhões de cristãos em diversos continentes. O estudo recomenda ampliar ações de proteção e monitoramento, bem como apoiar iniciativas que promovam liberdades religiosas.
Além dos dados, o relatório traz uma imagem de cristãos em oração, símbolo da fé diante das adversidades. Os autores destacam que a referência visual busca evidenciar a resistência das comunidades afetadas.
O estudo completo está disponível no site da Portas Abertas, que continua acompanhando violações de direitos humanos relacionadas à liberdade religiosa. A organização segue como fonte de monitoramento e denúncia sobre o tema.
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