- A prática mais conhecida é guardar sete sementes secas em papel branco dentro da carteira, após comer a romã, para atrair dinheiro e abundância até o próximo Réveillon.
- Outra simpatia comum é comer doze sementes, uma para cada mês do novo ano, fazendo pedidos ou mentalizando intenções.
- Na tradição mediterrânea, quebrar uma romã na porta de casa na virada é visto como sinal de mais sorte conforme o número de sementes que se espalharem.
- Casca guardada da romã é associada à proteção e à fartura permanente, mantendo a energia da fruta no lar ao longo do ano.
- Presentear com romã é prática comum, com saquinhos de sementes trocados entre amigos e familiares no Réveillon.
A romã é símbolo tradicional de prosperidade e sorte, presente em diversas simpatias de fim de ano. Entre receitas populares, há versões que associam a fruta a pedidos, fartura e proteção para o próximo ciclo. O material atual reúne várias dessas práticas reforçadas para o Réveillon, conectando abundância a ações simples.
Entre as tradições mais conhecidas, está o ato de consumir a romã e guardar sete sementes secas em um papel branco dentro da carteira. A prática busca manter entrada de dinheiro ao longo do ano. Também há a ideia de consumir doze sementes, uma para cada mês, para orientar pedidos.
Romã na virada
Na Grécia e em países mediterrâneos, quebrar uma romã na porta na virada simboliza sorte e fartura, com mais sementes espalhadas indicando maior bênção para o ciclo que se inicia. A prática é frequentemente associada à ideia de multiplicação de oportunidades.
Casca como proteção
Algumas tradições brasileiras recomendam não descartar as cascas. Guardá-las em casa, no jardim ou em vasos é visto como forma de manter proteção e fartura durante o ano. O gesto reforça a presença contínua da energia da fruta no lar.
Presentear com romã
Presentear alguém com a romã é outro rito comum. Ações desse tipo expressam desejo de abundância para quem recebe, com saquinhos de sementes trocados entre amigos e familiares no Réveillon.
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