O muralista brasileiro Eduardo Kobra apresentou sua nova obra chamada “Jesus” na Igreja Lagoinha Alphaville em São Paulo, durante a Sexta-feira Santa de 2024. Em um vídeo no Instagram, ele falou sobre o significado pessoal e espiritual do mural, que mostra os olhos de Jesus e sua coroa de espinhos. Kobra, que já enfrentou problemas como depressão e dificuldades financeiras, contou que encontrou força na fé em Cristo para superar esses desafios. Ele descreveu a obra como um símbolo do amor de Deus e da esperança de recomeços, com a intenção de transmitir essa mensagem a outras pessoas. Kobra é conhecido por seus grandes murais ao redor do mundo, incluindo o maior grafite do mundo, “Etnias”, criado para as Olimpíadas do Rio em 2016.
Artista Eduardo Kobra compartilha obra sobre fé e superação na Sexta-feira Santa
O renomado muralista Eduardo Kobra relembrou sua obra “Jesus”, um painel criado em 2024 na Igreja Lagoinha Alphaville, em São Paulo, durante a Sexta-feira Santa (18). O artista compartilhou um vídeo no Instagram, revelando o significado pessoal e espiritual da obra.
Kobra, de 49 anos, destacou que o mural, que retrata os olhos de Jesus e sua coroa de espinhos, representa um momento crucial em sua vida. O artista relata ter enfrentado desafios como depressão, ansiedade e dificuldades financeiras.
“Houve momentos de solidão, abandono e desespero”, confessou o muralista. Segundo ele, foi na fé em Cristo que encontrou força e direção para superar esses obstáculos. “Ele me resgatou com seu olhar misericordioso”, testemunhou Kobra.
A obra simboliza o encontro do artista com Cristo e o resgate de sua vida e arte. Kobra afirma que a intenção é levar a mensagem de Jesus a outras pessoas através de seu trabalho.
O muralista, conhecido por suas obras em grandes painéis ao redor do mundo, explicou que a obra é um testemunho do amor de Deus. “Este mural simboliza o amor de Deus, a esperança de recomeços e a superação de adversidades”, enfatizou.
Kobra possui obras em diversos países e edifícios icônicos, com 20 painéis espalhados por muros de Nova York. Em 2016, seu mural “Etnias”, criado para as Olimpíadas do Rio, foi reconhecido pelo Guinness World Records como o maior grafite do mundo.
Entre na conversa da comunidade