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Virginia Fonseca: traumas de infância e tratamento de Maria Flor e Maria Alice

Influenciadora admite tratar Maria Flor e Maria Alice de forma diferente e relembra trauma da infância ao acreditar ser menos amada pela mãe

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  • Virgínia Fonseca fez uma live no Instagram e falou sobre a criação dos filhos com Zé Felipe, dizendo que trata Maria Flor de 3 anos de forma diferente de Maria Alice, de 4, e também citou José Leonardo, de 1.
  • A influenciadora explicou ter mais dificuldade para chamar a atenção de Maria Flor, enquanto consegue corrigir Maria Alice e José Leonardo com mais facilidade.
  • Ela ressaltou que a diferença na disciplina não significa que ama mais um dos filhos, apenas que há formas distintas de lidar com cada um.
  • Virgínia também relembrou um trauma de infância, ao dizer que, antes de ser mãe, acreditava que a mãe gostava mais do irmão mais velho, William Gusmão, e que entendeu que a atenção era diferente, não maior ou menor.
  • O assunto surge em meio a polêmicas recentes envolvendo a família, como boatos de término com Vini Jr. e uma investigação relacionada a drogas em uma festa.

Virgínia Fonseca revelou, em uma live no Instagram nesta sexta-feira (8), que trata os filhos com diferenças perceptíveis e compartilhou um trauma de infância. A influenciadora é mãe de Maria Flor, Maria Alice e José Leonardo, frutos do relacionamento com Zé Felipe, e citou experiências passadas para contextualizar seu comportamento.

Ela descreveu ter mais dificuldade em chamar a atenção de Maria Flor, de 3 anos, em comparação aos outros filhos. A apresentadora explicou que consegue corrigir Maria Alice com mais facilidade, e que também utiliza estratégias diferentes com José Leonardo, de 1 ano, para manter a disciplina.

Ao detalhar o que muda no modo de cuidar, Virgínia ressaltou que a diferença de tratamento não significa favoritismo. Ela afirmou que Maria Alice costuma ficar mais grudada a ela e que a atenção destinada a cada filha varia conforme a situação, sem refletir amor desigual.

Sobre a infância, a empresária contou que, antes de ser mãe, acreditava que a própria mãe, Margareth Serrão, demonstrava mais afeto pelo filho mais velho, William Gusmão. Hoje, ela entende que a percepção vinha de uma necessidade de direcionar a atenção, e não de uma preferência.

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