- O mercado de consórcios no Brasil cresceu 30% em 2023, atingindo os melhores resultados em duas décadas.
- O aumento é impulsionado pelos juros altos, tornando o consórcio uma alternativa atrativa para os brasileiros.
- O setor conta com 11,7 milhões de participantes ativos.
- A empresa Consorciei se destaca na digitalização do setor, com crescimento médio de 80% ao ano nos últimos três anos.
- Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre exportações brasileiras, gerando críticas do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso.
O Brasil registrou um crescimento de 30% no mercado de consórcios em 2023, alcançando seus melhores resultados em duas décadas. Este aumento é impulsionado por um cenário de juros altos, que tem tornado o consórcio uma alternativa atrativa para muitos brasileiros. Atualmente, o setor conta com 11,7 milhões de participantes ativos, refletindo a crescente adesão a essa modalidade de aquisição.
A Consorciei se destaca nesse cenário, liderando a digitalização do setor. A empresa, que apresenta um crescimento médio de 80% ao ano nos últimos três anos, tem se tornado um exemplo de inovação ao integrar tecnologia e soluções financeiras. Bruno Tupinambá, managing director de High Growth do Patria Investimentos, afirma que “o mercado de consórcios passa por mudança estrutural”, destacando a importância da digitalização e do uso das cotas como ativos financeiros.
Impacto das Tarifas de Trump
Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou tarifas de 50% sobre exportações brasileiras, gerando reações negativas, incluindo críticas do presidente do STF, Luís Roberto Barroso. Ele classificou as tarifas como baseadas em uma “compreensão distorcida dos fatos”, marcando a primeira manifestação oficial do STF sobre o tema. Essa medida pode impactar ainda mais a economia brasileira, que já enfrenta desafios.
Enquanto isso, a União Europeia planeja intensificar o diálogo com países como Canadá, Japão e Índia para responder às novas ameaças tarifárias dos EUA. As negociações entre a UE e os EUA permanecem estagnadas, especialmente em setores como automóveis e agricultura, aumentando a incerteza no comércio internacional.
Esses eventos refletem um momento de transformação tanto no mercado interno quanto nas relações comerciais do Brasil, com o setor de consórcios se destacando em meio a um cenário econômico desafiador.
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