O autor conta sobre sua viagem de táxi para o Aeroporto do Galeão, onde já enfrentava chuva e a preocupação da mãe com o voo. Após um embarque tranquilo, o voo para Vitória começou, mas logo houve turbulências e uma arremetida, fazendo com que o piloto decidisse voltar ao Galeão por causa do mau tempo. Durante a turbulência, o autor tentou se acalmar e escrever, enquanto uma passageira ao seu lado ficava nervosa. Após 40 minutos de tentativas de pouso, o comandante anunciou a volta, e o autor sentiu alívio ao ver as luzes do Rio de Janeiro, lembrando-se do quanto ama sua cidade, independentemente do clima. Ele também fez uma referência ao galeão Padre Eterno, um famoso navio construído na região, destacando a importância histórica do local.
Um voo conturbado para Vitória resultou no retorno ao Aeroporto do Galeão devido a condições climáticas adversas. O autor, que partiu na segunda-feira, enfrentou uma viagem marcada por turbulências e uma arremetida durante a descida.
Ao sair de casa, o autor notou a chuva forte e a preocupação da mãe sobre o possível cancelamento do voo. Apesar do clima instável, o embarque ocorreu normalmente. O trajeto até o Galeão foi rápido, e a expectativa era de um voo curto até Vitória. Durante a decolagem, o autor se distraiu fazendo anotações, mas logo a situação se complicou.
Após atingir a altitude de dez mil pés, o voo enfrentou severas turbulências. A aeromoça alertou sobre a passagem por uma zona de turbulência, e o piloto precisou arremeter devido à chuva intensa. O autor, que tentava se manter calmo, observou a inquietação de uma passageira ao seu lado, que se mostrava preocupada com a possibilidade de não pousar.
Após quarenta minutos de tentativas frustradas de pouso, o comandante anunciou que, para a segurança de todos, o voo retornaria ao Galeão. O autor sentiu alívio ao ver as luzes do Rio de Janeiro, reafirmando seu amor pela cidade. Ele lembrou da música “Samba do Avião”, de Antônio Carlos Jobim, que celebra a beleza do Rio.
O Galeão, que já foi o local de construção do galeão Padre Eterno, um famoso navio de guerra do século dezessete, continua a ser um símbolo de segurança e conexão com a cidade.
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