Um filhote de capivara foi visto subindo nas costas da mãe para atravessar um lago em Itu, São Paulo, na segunda-feira (21). Essa cena, capturada por câmeras de segurança, surpreendeu especialistas, pois capivaras normalmente entram na água. O biólogo Rafael Mana, do Centro de Reabilitação Animal Silvestre, explicou que esse comportamento é raro, já que os filhotes costumam nadar junto com as mães. Ele acredita que a mãe chamou os filhotes que estavam em um barranco e um deles decidiu subir nas costas dela. As capivaras são protegidas por lei e têm um papel importante no meio ambiente, mas enfrentam preconceitos por causa de doenças como a febre maculosa. Mana destacou que esses animais são interessantes e essenciais para o ecossistema. A imagem do filhote tentando se equilibrar nas costas da mãe enquanto seus irmãos nadam é curiosa, já que esse tipo de comportamento é mais comum em outras espécies, como macacos e preguiças.
Um filhote de capivara foi flagrado subindo nas costas da mãe para atravessar um lago em Itu, interior de São Paulo, na segunda-feira (21). A cena, registrada por câmeras de segurança, surpreendeu especialistas, pois capivaras geralmente entram na água.
O biólogo Rafael Mana, do Centro de Reabilitação Animal Silvestre (Cras) em São Roque, destacou que esse comportamento é incomum. Normalmente, os filhotes seguem suas mães na água. Mana explicou que a mãe provavelmente chamou os filhotes que estavam em um barranco, e um deles decidiu subir nas costas dela em vez de nadar.
Capivaras são animais protegidos por lei e desempenham um papel ecológico importante. Apesar disso, enfrentam preconceitos devido a doenças como a febre maculosa, que as tornam mal vistas em algumas áreas urbanas. Mana ressaltou que essas criaturas são interessantes e têm um papel significativo no ecossistema.
A cena da “carona radical” mostra o filhote se esforçando para se equilibrar, enquanto seus irmãos nadam. Esse comportamento é mais comum em outras espécies, como macacos e preguiças, que têm patas adaptadas para agarrar os pelos das mães. As capivaras, por outro lado, possuem patas adaptadas para cavar e nadar, o que torna o flagrante ainda mais curioso.
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