O professor Noslen Borges falou sobre o uso errado da palavra “dó”, que é um substantivo masculino e deve ser usado com o artigo “um”, e não “uma”. Muitas pessoas dizem “Estou com uma dó daquele cachorrinho”, mas isso está incorreto. Essa confusão acontece porque “dó” é muitas vezes associada à palavra “pena”, que é feminina. Noslen também explicou que, mesmo na música, a palavra “dó” continua sendo masculina, então a forma certa é “Toque um dó menor”. Ele ressaltou que o gênero das palavras não tem a ver com o gênero do que elas representam, o que é importante para evitar erros. Para esclarecer, ele deu exemplos como “criança” e “vítima”, que são femininas, mas podem se referir a qualquer sexo. Para evitar confusões, o professor recomendou consultar dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Ele finalizou dizendo que, mesmo que algumas regras pareçam estranhas, elas ajudam a manter a comunicação clara.
O professor Noslen Borges, em sua recente coluna, abordou o uso incorreto da palavra “dó”, um substantivo masculino que deve ser acompanhado pelo artigo “um”, e não “uma”. Ele destacou que é comum ouvir expressões como “Estou com uma dó daquele cachorrinho”, mas essa construção está errada. A confusão surge, segundo o professor, da associação entre “dó” e “pena”, que é feminina.
Além disso, Noslen esclareceu que, mesmo no contexto musical, a palavra “dó” permanece masculina. Portanto, a forma correta é “Toque um dó menor”, e não “uma dó menor”. Ele enfatizou que o gênero gramatical das palavras não está relacionado ao gênero do objeto que representam, um ponto crucial para evitar erros de concordância.
O professor também exemplificou essa questão com palavras como “criança” e “vítima”, que são femininas, mas podem se referir a indivíduos de qualquer sexo. Ele ressaltou que o gênero da palavra é independente do sexo da pessoa ou do objeto que ela designa, o que pode levar a interpretações equivocadas.
Para evitar confusões, Noslen recomendou a consulta a dicionários e ao Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). Ele concluiu que, apesar de algumas regras parecerem contraintuitivas, elas são essenciais para a coesão e padronização da comunicação em língua portuguesa.
Entre na conversa da comunidade