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NASA investirá US$20 bilhões em base lunar e cancela estação orbital

NASA cancela a Estação Lunar Orbital Gateway e destina US$ 20 bilhões para base na superfície da Lua nos próximos sete anos, conforme anúncio de Jared Isaacman

Mudanças de Jared Isaacman reestruturam contratos bilionários do Artemis program
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  • A NASA anunciou o cancelamento da estação espacial na órbita lunar Lunar Gateway e destinará recursos para construir uma base na superfície da Lua, avaliada em US$ 20 bilhões, nos próximos sete anos.
  • O anúncio foi feito pelo novo chefe da agência, Jared Isaacman, durante evento de um dia na sede da NASA em Washington.
  • A Gateway, projetada para ficar em órbita lunar, não será mais utilizada nessa forma; a ideia é reaproveitar parte de equipamentos e parcerias para a base na superfície.
  • Isaacman disse que, apesar dos desafios de hardware e cronograma, é possível reutilizar equipamentos e compromissos de parceiros internacionais para apoiar a base e outras metas do programa Artemis.
  • As mudanças afetam contratos bilionários do Artemis, com impactos para as empresas à medida que a China avança em direção a um pouso na Lua até 2030.

A Nasa anunciou nesta terça-feira (24), em Washington, que interromperá os planos de lançar uma estação orbital lunar (Gateway) e concentrará recursos na construção de uma base na superfície da Lua, estimada em US$ 20 bilhões, com prazo de sete anos. A decisão foi apresentada pelo novo chefe da agência, Jared Isaacman, em evento de um dia.

Isaacman, que tomou posse em dezembro, explicou que a mudança envolve a reaproveitar componentes do programa Artemis para sustentar operações na superfície lunar, em vez de manter a estação em órbita. Ele afirmou que não é surpresa a interrupção do Gateway em sua forma atual.

A Lunar Gateway foi desenhada para atuar como plataforma de pesquisa e ponto de transferência para veículos de pouso lunar. A adaptação para uso na superfície envolve desafios de hardware e cronograma, afirmou Isaacman, citando possibilidades de reutilizar equipamentos e parcerias internacionais para apoiar a base na Lua.

As alterações no Artemis reconfiguram contratos bilionários do programa. A medida visa acelerar a presença humana na Lua, em contexto de corrida espacial com a China, que planeja um pouso no país até 2030. Empresas parceiras trabalham para atender a essa urgência com novas datas e entregas.

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