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Unindo movimento humano real à tecnologia digital

MIT.nano Immersion Lab capacita estudantes da Emerson College com captura de movimento, permitindo produções virtuais que unem atuação real e animação digital

Emerson College students wear full body suits paired to the OptiTrack motion-capture system in the MIT.nano Immersion Lab to generate virtual characters.
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  • O MIT.nano Immersion Lab trabalha com estudantes da Emerson College para criar produções virtuais usando captura de movimento, ambientes de LEDs e sistemas avançados de imagem 3D.
  • O professor e ex-aluno do MIT Media Lab, Daniel Pillis, leva alunos da Emerson a o laboratório para aprender técnicas de produção virtual.
  • Com roupas de captura de movimento e o sistema OptiTrack de 28 câmeras, os alunos veem os dados de animação na tela em tempo real e ajustam seus personagens, depois levam o material para os curtas na Emerson.
  • Nos últimos dois anos, mais de sessenta estudantes já utilizaram o laboratório; um projeto de Nick Forsch recebeu indicação ao EVVY, prêmio estudantil da indústria.
  • Nos próximos anos, Pillis e Talis Reks planejam ampliar o uso para animação facial, rastreamento de mãos e dados multimodais, avançando a produção virtual em novas criações estudantis.

A parceria entre o MIT.nano Immersion Lab e estudantes da Emerson College amplia o uso da produção virtual no ensino de cinema. A iniciativa coloca alunos em contato com tecnologias de captura de movimento, ambientes LED e imagens 3D avançadas, ampliando o alcance da prática criativa.

A partir de um curso comandado por Daniel Pillis, professor de cinema na Emerson, a experiência ocorre a cada semestre. Os alunos viajam até o MIT para operarem o sistema de 28 câmeras e trajes de captura de movimento, gerando dados em tempo real que viram personagens virtuais.

Formação e tecnologia

O MIT nano Immersion Lab permite que os participantes acompanhem a animação de suas próprias criações. Com dados de movimento capturados, os estudantes ajustam performances ainda no laboratório, antes de levar o material para a produção dos curtas na Emerson.

Pillis descreve o espaço como único na região de Boston, aberto a estudantes externos que desejam praticar produção de ponta. O laboratório facilita não apenas pesquisa, mas também expressão artística e performances teatrais olhando para o futuro da indústria.

Impacto para os alunos

Mais de 60 estudantes da Emerson já utilizaram o Immersion Lab nas atividades do curso nas últimas duas turmas. Alguns projetos ganharam reconhecimento, como indicações a prêmios estudantis que valorizam criatividade e qualidade profissional.

Um aluno destacou que a infraestrutura elevou o nível de seu projeto ao nível profissional, buscando a validação de um prêmio de destaque no meio acadêmico. Outro estudante criou uma reconstituição virtual de performances dos Beatles no programa de televisão dos anos 1950, para um estágio de pesquisa na MIT.

Olhar futuro

Na próxima temporada acadêmica, Pillis e Reks pretendem ampliar o uso da tecnologia para ensinar animação facial, rastreamento de mãos e dedos, além de explorar captura de movimento generativa e multimodal. A ideia é ampliar a prática de produção virtual para novos formatos e histórias.

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