- Pearl Abyss pediu desculpas por lançar Crimson Desert com arte gerada por IA e por não ter informado os jogadores sobre isso.
- Mike Ybarra, ex-presidente da Blizzard, escreveu no X que não havia razão para pedir desculpas e que a IA estará em todos os jogos.
- Ybarra atuou como co-presidente da Blizzard e deixou a empresa após a fusão com a Microsoft em 2023; hoje dirige a startup de apostas Prize Picks.
- Em resposta a um fã, Ybarra disse que os jogadores podem esperar o “co-piloto” em World of Warcraft.
- O debate sobre IA em jogos segue, com declarações de executivos de tecnologia, sem consenso público sobre o tema.
O estúdio Pearl Abyss pediu desculpas neste fim de semana por lançar o jogo Crimson Desert com arte gerada por IA, sem deixar claro aos jogadores. A reação veio após a divulgação de que a fürma de IA foi usada na produção visual do título.
Mike Ybarra, ex-presidente da Blizzard e atual líder de uma startup de apostas chamada Prize Picks, criticou a desculpa e afirmou que não havia motivo para pedir perdão. Em mensagens publicadas nas redes sociais, ele disse que a IA fará parte de todos os jogos no futuro e que os desenvolvedores devem aceitar essa realidade.
A troca de mensagens ocorreu no espaço de mídia social X, onde Pearl Abyss também está envolvida como criadora de Crimson Desert. O episódio ressalta o debate atual sobre a presença de IA em jogos, incluindo artifícios visuais gerados por IA e a transparência com os jogadores.
Historicamente, Ybarra atuou na Microsoft e na Xbox por quase duas décadas e ingressou na Blizzard em 2019, chegando à posição de co-presidente em 2021. A saída dele ocorreu após a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft, em 2023. Hoje ele dirige a empresa de apostas, afastando-se do setor de desenvolvimento de jogos.
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