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DLSS 5 da Nvidia é como motion smoothing em jogos, mas pior

DLSS 5 é apresentado como avanço, mas críticas apontam faces artificiais homogêneas que podem impactar a estética de jogos

Image: Nvidia
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  • A Nvidia anunciou o DLSS 5, a sua mais recente tecnologia de upscaling, descrita como grande avanço em gráficos desde o ray tracing em 2018.
  • Testes mostraram que, embora a empresa afirme trazer iluminação e materiais fotorrealistas, rostos de personagens ficaram com um visual genérico, parecendo IA.
  • A tecnologia será lançada no outono e dependerá de hardware robusto; seu uso é opcional.
  • Executivos de estúdios parceiros, como Todd Howard (Bethesda) e Jun Takeuchi (Capcom), destacaram que DLSS 5 pode ampliar o estilo artístico e a fidelidade, com games como Starfield e Resident Evil: Requiem previstos para usar o recurso.
  • Há reações mistas na indústria, com críticas de desenvolvedores independentes e a possibilidade de ajustes nas equipes de arte durante o desenvolvimento final.

Nvidia revelou nesta semana o DLSS 5, nova tecnologia de upscaling descrita pela empresa como avanço significativo desde o ray tracing em tempo real. A promessa é inserir iluminação e materiais fotorrealistas aos pixels, mas as primeiras demonstrações geraram críticas pela distorção facial.

Na prática, usuários apontaram que rostos reconhecíveis ficaram com aparência genérica, parecida com arte produzida por IA. Personagens de Resident Evil Requiem, de Hogwarts Legacy e até o capitão Virgil van Dijk tiveram traços alterados de maneira perceptível.

O lançamento do DLSS 5 está previsto para o outono e depende de hardware robusto, sendo opcional. A Nvidia afirma que a tecnologia pode melhorar a imagem sem comprometer o desempenho, mas o tema divide opiniões entre desenvolvedores e fãs.

Reação da indústria

Todd Howard, da Bethesda, elogiou o DLSS 5 por permitir estilo artístico mais destacado sem os limites tradicionais da renderização em tempo real, citando Starfield como exemplo. Jun Takeuchi, da Capcom, afirmou que a ferramenta avança a fidelidade visual de jogos como Requiem.

Alguns estúdios independentes reagiram negativamente, com críticas virais em memes e mensagens diretas sobre IA na construção de personagens. Em resposta, a Bethesda sinalizou que a versão final poderá sofrer ajustes de iluminação e efeito para cada jogo.

Especialistas apontam que a adoção ampla pode levar a uma estética padronizada, comum a várias produções com IA, o que desencoraja a personalização de personagens criados por equipes artísticas. A discussão envolve impacto econômico, criativo e ético na indústria.

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