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CEO da Level-5 pede que o público pare de demonizar IA generativa

CEO da Level-5 afirma que AI não substitui totalmente a codificação, defende uso gerativo e aponta ganhos de tempo e crescimento no setor

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
© Level-5
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  • O CEO da Level-5, Akihiro Hino, respondeu à repercussão gerada por uma entrevista viral em que dizia que IA escreve 80% ou mais do código dos jogos.
  • Hino negou que a Level-5 tenha migrado plenamente para programação por IA e afirmou que esse nível ainda não foi atingido pela empresa.
  • Ele citou a existência de um título não lançado com tema de IA em que um programador usou IA para programar, mas ressaltou que isso não representa a prática da empresa.
  • Afirmou que a IA pode reduzir tempo de desenvolvimento e ampliar a velocidade de lançamentos, sugerindo que jogos AAA poderiam passar a sair a cada dois anos.
  • Sobre IA generativa, disse que pode ser associada a plágio se mal utilizada, mas, usada corretamente, pode enriquecer a criação, defendendo que a IA é uma ferramenta para evolução dos jogos.

O presidente e CEO da Level-5, Akihiro Hino, respondeu a meme digital que surgiu após uma entrevista antiga em que ele falava positivamente sobre IA. A conversa viralizou recentemente, reacendendo debates sobre o uso de inteligência artificial na indústria de games.

Hino nega que a Level-5 tenha migrado integralmente para a programação por IA. Ele afirma que, embora várias empresas utilizem IA, nem todas divulgam isso publicamente, e que a empresa não está produzindo 80% ou mais do código com IA no momento.

Em postagens feitas no dia 26 de dezembro, no X, o executivo explicou que houve um exemplo isolado de um jogo não divulgado onde um programador mencionou uso deliberado de IA na programação. Ele disse que esse caso foi distorcido para sugerir uma nova era já existente.

O CEO também destacou que a IA traz ganhos de tempo na produção, o que pode acelerar prazos de lançamento. Segundo ele, isso pode reduzir o ciclo de desenvolvimento de jogos AAA de 5–10 para cerca de dois anos, dependendo do uso adequado da tecnologia.

Hino tratou a IA generativa como ferramenta criativa, não como substituto do talento humano. Ele observou que a IA pode ser associada a plágio apenas se mal utilizada. Com isso, reiterou a importância de usos responsáveis para enriquecer o mundo criativo dos jogos.

Contexto e implicações

O executivo afirmou que o avanço da IA depende da forma como é empregada pela indústria. Caso seja tratada como inimiga, pode dificultar o progresso tecnológico. A discussão envolve o equilíbrio entre inovação, qualidade de produção e ética no uso de IA.

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