- Tyra Banks processa a Netflix por difamação após o documentário Reality Check: Inside America’s Next Top Model e também mira a produção, incluindo 89 Blocks Holdings, EverWonder Studio, Netflix Music e os codiretores Mor Loushy e Daniel Sivan.
- Os envolvidos são acusados de invasão deprivacidade, difamação por implicação, quebra de contrato e falso endosso.
- O processo afirma que uma entrevista de três horas e meia concedida por Banks foi reduzida para 16 minutos no documentário para respaldar uma narrativa difamatória sem refletir o que foi dito.
- O documento sustenta que admissões feitas por Banks durante a entrevista foram cortadas na edição, favorecendo a história apresentada.
- A denúncia descreve a narrativa como editada de forma seletiva, envolvendo alegações de abuso de uma participante e exploração do trauma, fato que, segundo o processo, a Netflix transmitiu a uma audiência global; a Netflix não comentou até o momento.
Tyra Banks processa a Netflix por difamação após o lançamento do documentário Reality Check: Inside America’s Next Top Model. A produção investiga polêmicas do reality show, disponível no streaming.
Além da Netflix, Banks acionou 89 Blocks Holdings, EverWonder Studio, Netflix Music e os codiretores Mor Loushy e Daniel Sivan por invasão de privacidade, difamação por implicação, quebra de contrato e falso endosso.
O processo afirma que a apresentadora concedeu uma entrevista de cerca de 3 horas e meia, que foi reduzida a 16 minutos no documentário, sendo usada para sustentar uma narrativa falsa. Registros apontam cortes de admissões de responsabilidade na edição.
Processo contra a Netflix
Representantes da Netflix não se manifestaram até o momento. O documento aponta ainda uma narrativa truncada e editada que, segundo o processo, gerou a impressão de que Banks autorizou abusos durante o programa e de que não lembrava dos fatos ao ser questionada. A matéria de referência é da Variety.
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