- Paul Rudd revelou que, no começo, não queria interpretar Josh Lucas, o meio-irmão de Cher em “Clueless”, e preferia Christian ou Murray.
- O papel de Christian, que é gay, acabou indo para Justin Walker; Rudd chegou a ler para Christian e para Josh, mas ficou com o segundo.
- O ator também se interessou pelo papel de Murray, namorado de Dionne, antes de perceber que o personagem era negro.
- O diretor Amy Heckerling permitiu que Rudd lesse para os papéis de Christian e Josh, e ele ficou com o de Josh.
- O ator Adam Scott comentou que sabia que a carreira de Rudd iria decolar após a estreia de “Clueless”.
Paul Rudd revela interesse inicial em Christian e não em Josh em Clueless, duas décadas depois
Em entrevista recente ao The Hollywood Reporter, Paul Rudd revelou que não tinha interesse inicial em interpretar Josh Lucas, o ex-enteado de Cher que vira o interesse amoroso dela no filme Clueless. O ator de 57 anos contou que ficou mais fascinado pelas possibilidades de Christian, o par romântico de Cher que mais tarde seria revelado como gay. A opção acabou não sendo escolhida para ele.
Rudd explicou que também se interessava pelo papel de Murray, namorado de Dionne, antes de perceber que o personagem era negro. O papel foi para Donald Faison. A leitura do roteiro ocorreu com a diretora Amy Heckerling, que permitiu que Rudd lesse para Christian e Josh; ele acabou sendo escalado para Josh.
Interesses durante o elenco
O ator ficou convencido, ao ler o script, de que Christian era o personagem mais interessante do filme, embora a escolha final tenha sido outra. A produção manteve Justin Walker no papel de Christian, enquanto Rudd ficou com Josh.
Adam Scott, que estudou atuação junto com Rudd, comentou ao veículo que acreditava que a carreira de Rudd iria decolar após o lançamento de Clueless. Scott relembrou a cerimônia de estreia em Malibu, na qual já sinalizou o talento que viria a se impor.
O conteúdo acima é referência de uma entrevista concedida a The Hollywood Reporter, segundo informações compartilhadas pela mídia. A reportagem não traz conclusão ou opinião editorial, apenas dados sobre o processo de elenco e as percepções de Rudd na época.
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