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Trajetória do diretor mais jovem da A24 revela visão do projeto

Kane Parsons, aos 20 anos, torna-se o diretor mais jovem da A24 com o filme Backrooms: Um Não-Lugar, chegando aos cinemas em vinte e oito de maio

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  • Kane Parsons, aos 20 anos, dirige o filme brasileiro da A24, Backrooms: Um Não-Lugar, que chega aos cinemas no dia 28 de maio.
  • A obra é baseada na lore dos backrooms, ambientes genéricos que transmitem estranheza, surgida a partir de fóruns na internet.
  • Parsons ficou conhecido por uma websérie de backrooms iniciada em janeiro de 2022, que já soma dezenas de milhões de visualizações.
  • O diretor independentiente deixou claro que o projeto era destinado à transição da websérie para um filme, buscando alcançar quem não acompanha o YouTube.
  • A A24 foi procurada pela equipe e aceitou colaborar, oferecendo liberdade criativa com sugestões cuidadosas, segundo o próprio Parsons.

Kane Parsons, aos 20 anos, assume a direção do filme Backrooms: Um Não-Lugar, produção baseada na lenda que nasceu nos fóruns da internet. O projeto culmina no lançamento nos cinemas brasileiros em 28 de maio de 2026, com a A24 como parceira principal.

A origem do conceito dos backrooms remonta a uma imagem de 2019 publicada no fórum 4chan, associada a um alerta sobre mergulhar em ambientes genéricos que parecem distantes da realidade. A ideia ganhou força em vídeos que exploram um espaço neutro e inquietante, conhecido como não-lugar.

Parsons criou uma websérie que soma mais de 22 episódios a partir de um curta lançado em janeiro de 2022 no YouTube, que atingiu milhões de visualizações. O filme amplia o universo, oferecendo uma perspectiva mais humana e detalhada da narrativa.

Conforme a produção se desenvolveu, o jovem diretor firmou parceria com a Atomic Monster e a 21 LAPS, co-produtoras associadas à A24. A colaboração foi descrita como criativamente livre, com sugestões cuidadosas para orientar o projeto sem frear a visão original.

A transição da websérie para o cinema foi motivada pela vontade de alcançar públicos além do YouTube e de explorar uma linha do tempo mais clara. Parsons ressalta que o formato para cinema permite revelar aspectos humanos dos personagens e ampliar a imersão no universo dos backrooms.

Sobre a inspiração, Parsons comenta ter passado por locais que, em sua visão, podem lembrar backrooms. Ele enfatiza que ambientes genéricos, como escritórios vazios, lojas ou áreas de serviços, são representações plausíveis do conceito central: espaços neutros que provocam sensação de estranheza e deslocamento.

O diretor destaca ainda que a série original foi produzida com recursos limitados, o que moldou escolhas criativas, como ocultar rostos dos personagens para manter a imersão e usar uma estética com referências de VHS. O filme busca expandir esse universo com uma visão mais humana e temporizada, sem perder o conceito básico.

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