- Elísio Lopes Jr., de 50 anos, é o autor de A Nobreza do Amor, novela da Globo escrita em parceria com Duca Rachid e Julio Fischer; ele foi o primeiro autor negro a ocupar a titularidade de uma novela da emissora.
- Nascido na Bahia, o dramaturgo integrou grupos de teatro locais e, antes da teledramaturgia, atuou como redator em programas como Esquenta! e Se Joga; hoje faz parte da geração de talentos da cena baiana.
- O elenco da novela inclui Lázaro Ramos e Emanuelle Araújo, ambos da amizade de longa data com o autor desde a adolescência na Bahia; o objetivo é ter um elenco diverso e representativo.
- A Nobreza do Amor traz um reino africano ambientado nos anos 1920, com foco em amor entre pessoas negras e a busca por referências para as crianças assistirem à TV.
- Lopes Jr. destaca a importância da representatividade por trás das câmeras e afirma que a carreira em novelas começou há quase uma década na Globo; ele também comenta a rotina intensa de produção e a busca por conteúdos que conectem com o público atual.
Elísio Lopes Jr., autor de A Nobreza do Amor, celebra a representatividade negra em papéis de realeza na novela da Globo. O escritor ressalta que o elenco negro sinaliza um novo referencial para crianças e famílias. A obra é escrita em parceria com Duca Rachid e Julio Fischer.
Nascido na Bahia, Lopes Jr. atua há 10 anos na TV Globo. Além de A Nobreza do Amor, assinou Amor Perfeito em 2023. Antes da teledramaturgia, trabalhou em Esquenta! e Se Joga, fortalecendo a cena baiana.
A novela aborda um reino africano nos anos 1920, conectando passado e presente. O autor destaca a intenção de dialogar com públicos diversos, mantendo o ritmo das 18h como espaço democrático para diferentes faixas etárias.
O elenco contou com sugestões do autor, que ressalta a importância de ver público identificando-se nas telas. Entre os nomes, aparecem Lázaro Ramos e Emanuelle Araújo, amigos de longa data da Bahia.
A parceria com Lázaro Ramos é antiga, com trabalhos conjuntos no Espelho e no Lazinho com você. Lopes Jr. cita ainda Wagner Moura e Vladimir Brichta como parte da geração potente do teatro baiano.
Ao falar de representatividade por trás das câmeras, o autor enfatiza a diversidade de profissão, com figurinistas, maquiadores e roteiristas. A obra aposta em narrativas que refletem a cultura brasileira atual.
A vida pessoal influenciou a visão sobre o tema. Lopes Jr. retornou a Salvador com as filhas, buscando autoestima e orgulho da beleza negra. A paternidade reforçou o cuidado com conteúdos que inspirem as crianças.
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