- O Financial Times classificou Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro, como uma “comédia de erros” devido ao financiamento que gerou escândalo na produção.
- O episódio começou com a afirmação de que o filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro, teria pedido milhões em patrocínio a Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.
- O Intercept Brasil publicou áudio em que Flávio pede dinheiro a Vorcaro, levando o filme a ficar no centro de controvérsia envolvendo a candidatura dele.
- Segundo o FT, o caso ampliou dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de Flávio Bolsonaro, com pesquisas indicando queda de intenção de voto após o episódio.
- O ex-estrategista Steve Bannon pretende promover o filme nos EUA, segundo o FT, e o trailer já mostra Jim Caviezel interpretando Bolsonaro com sotaque brasileiro caricata.
O Financial Times afirma que a cinebiografia Dark Horse, que retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro, se transformou em uma verdadeira comédia de erros. A avaliação surgiu após o financiamento do longa entrar no centro de um escândalo envolvendo a produção.
Segundo o FT, o episódio começou quando o filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro, pediu patrocínio milionário a Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. A informação ganhou repercussão após a divulgação de mensagens e documentos associados à negociação.
O jornal também informa que o filme, produzido nos Estados Unidos, passou a afetar a viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro, com queda de apoio em pesquisas de intenção de voto divulgadas recentemente. A reportagem cita divulgação do Intercept Brasil de áudio em que o senador solicita recursos para o projeto.
Promotores e repercussão internacional
O FT aponta que Steve Bannon, ex-estrategista da Casa Branca, planeja promover Dark Horse nos EUA. A expectativa é de que a produção mobilize eleitores norte-americanos e atue como ferramenta de comunicação política, de acordo com o jornal.
Bannon informou ao FT que o filme pode animar o público conservador norte-americano e influenciar o cenário político no país, especialmente em meio às próximas eleições. A declaração sugere uso estratégico do filme na comunicação política.
Detalhes do elenco e da produção
O trailer divulgado recentemente traz Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus, no papel de Bolsonaro com um sotaque brasileiro caricato, conforme notícia do FT. A peça publicitária ressalta uma leitura crítica de temas nacionais e a relação com atores estrangeiros.
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