- Gillian Anderson recebeu nove minutos de aplausos em Cannes ao estrear o filme de terror romântico Teenage Sex and Death at Camp Miasma, dirigido por Jane Schoenbrun.
- A história acompanha Kris, cineasta queer, que busca refazer um slasher para subverter o machismo da obra original, com Anderson interpretando a atriz original da final girl.
- A crítica classifica o longa como uma homenagem psicodélica a filmes de terror dos anos oitenta e noventa, com humor ácido e abordagem visceral.
- Anderson é jurada do prêmio Lights on Women’s Worth, promovido pela L’Oréal Paris, que oferece vinte mil euros e mentoria a uma mulher cineasta vencedora.
- Ela ressalta a importância de apoiar cineastas mulheres e comenta sobre sua relação com beleza e autoestima, além de descrever sua rotina de cuidado e maquiagem para o tapete vermelho.
Gillian Anderson brilhou em Cannes ao apresentar pela primeira vez um filme na mostra oficial do festival e ao participar do júri de um prêmio dedicado a cineastas mulheres. A atriz norte-americana chegou à Riviera Francesa para divulgar o terror romântico satírico Teenage Sex and Death at Camp Miasma, que recebeu oito minutos de aplausos ao ser exibido. A produção, dirigida por Jane Schoenbrun, mistura romance, humor ácido e referências aos slashers dos anos 80.
No festival, a intérprete de X-Files também participou de um evento de destaque promovido pela L’Oréal Paris, que visa apoiar mulheres na indústria com um prêmio de 20 mil euros, mentoria e visibilidade internacional. Anderson afirmou que é importante ampliar oportunidades para diretoras e reforçar que o espaço no cinema tem se tornado mais inclusivo, mas ainda é um desafio histórico.
A trama acompanha Kris, uma jovem cineasta que busca refazer um remake de um filme de horror que a marcou na infância. A busca envolve a atriz que interpretou a estrela original, interpretada por Anderson, e desenvolve um vínculo entre as personagens, com elementos de suspense e sangue no enredo. A narrativa sublinha uma crítica ao machismo presente em obras do gênero.
Antes de estrear, a atriz destacou que o filme é anti-transfóbico e carrega uma veia romântica, característica que, segundo ela, torna o projeto singular. Anderson ressaltou orgulho em integrar a produção e disse que a proposta guarda um tom festivo e sonhador, ainda que envolva tensão e violência fílmica.
O prêmio Lights on Women’s Worth, da L’Oréal Paris, também chamou atenção. O objetivo é dar visibilidade a cineastas mulheres de destaque e incentivar o desenvolvimento de carreiras por meio de apoio financeiro e mentoria. Anderson afirmou acreditar no impacto de iniciativas que promovem diversidade no cinema.
Questionada sobre a relação entre beleza, autoestima e carreira, a atriz explicou que a experiência com a marca ajudou a repensar hábitos de cuidado pessoal. Ela revelou mudanças no cuidado com a pele, em especial após adotar rotinas mais consistentes para manter bem-estar durante a temporada de festas.
Em Cannes, Anderson descreveu a rotina de preparação para o tapete vermelho como resultado de um trabalho em equipe. Segundo ela, uma equipe de apoio e profissionais de beleza ajudam a criar uma aparência natural, mantendo o foco na performance e na presença no evento.
Sobre o look e os preparativos, a atriz elogiou o trabalho da equipe de styling e de maquiadores. Ela também comentou a importância de manter a prática de cuidados com a pele e concluiu que certos produtos, como máscara de cílios, são itens indispensáveis para o visual diário.
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