- Produtora de Zuzubalândia, Mariana Caltabiano, se manifestou após Well Prada mostrar uma sala de cinema vazia, com áudio mas sem imagens do filme.
- Ela afirmou ter feito o filme com dinheiro próprio, lançado em 2024, e que já está disponível na HBO Max e no YouTube; a Cinemark é a distribuidora, responsável pelas sessões.
- Mariana negou que o longa tenha sido visto por menos de 2.000 pessoas, afirmando público total de 14.210, e explicou que horários matinais são usados para sessões escolares.
- A polêmica envolve a Cota de Tela: a Folha de S. Paulo apontou 114 exibições em um dia em São Paulo, em sua maioria às 11h; a Cinemark respondeu que as exibições integram o Projeto Escola.
- A produtora disse que o filme infantil pode beneficiar escolas e ampliar o público se o assunto for tratado com seriedade, sem emitir avaliações sobre a rede exibidora.
Mariana Caltabiano, produtora de Zuzubalândia, reagiu a informações divulgadas sobre a exploração do filme pela rede Cinemark para cumprir a Cota de Tela. A polêmica ganhou fôlego após o influenciador Well Prada mostrar que o longa, lançado em 2024, era exibido em uma sala de cinema vazia, sem imagens na tela, apenas com áudio, com uma pessoa da equipe limpando o local.
Segundo a produtora, o filme foi financiado com recursos próprios e não recebeu apoio governamental. Ela ressaltou que Zuzubalândia não é um lançamento recente e já está disponível em plataformas digitais, incluindo HBO Max e YouTube, por meio da distribuidora Cinemark. A executora afirmou não ter controle sobre a frequência das exibições e explicou que o lançamento ocorreu em 2024.
Caltabiano informou que o público total do filme alcançou mais de 14 mil espectadores, desmentindo números que circulavam de forma distinta. Ela destacou que os horários de sessão, especialmente pela manhã, ajudam a viabilizar encontros com públicos escolares, argumentando que visualizações matinais não são exclusivas do seu longa e citando exemplos de outras produções com sessões similares.
Entenda a polêmica
Há cerca de uma semana, a Folha de S. Paulo destacou que a Cinemark estaria utilizando Zuzubalândia para cumprir a Cota de Tela, regra que exige a reserva de parte da grade a produções nacionais. A reportagem indicou que o filme foi exibido diversas vezes em São Paulo, com a maior parte das sessões no período da manhã, o que motivou a reação da crítica.
A Cinemark respondeu dizendo não tratar o tema da Cota de Tela e manteve que a exibição de Zuzubalândia faz parte do programa Projeto Escola. A veracidade das informações envolve dados de exibições e de planos de distribuição, que permanecem sob avaliação das partes envolvidas e das autoridades competentes.
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