- A 79ª edição do festival de Cannes ocorre de 12 a 23 de maio na Côte d’Azur, com mais de 100 filmes na programação e 22 disputando a Palma de Ouro; a cerimônia de abertura é às 19h.
- O diretor Peter Jackson, famoso pela trilogia O Senhor dos Anéis, receberá a Palma de Ouro honorária.
- Estrelas de peso desfilarão no tapete vermelho, como Javier Bardem e Penélope Cruz, além de Michael Fassbender e Alicia Vikander no filme Hope, do sul-coreano Na Hong-jin.
- Dentre os indicados, apenas cinco são dirigidos por mulheres; nomes já consolidados incluem Andrey Zvyagintsev, Asghar Farhadi, Hirokazu Kore-eda e Cristian Mungiu; Pedro Almodóvar disputa pela sétima vez.
- O júri é chefiado pelo cineasta Park Chan-wook e conta com Demi Moore, Chloé Zhao e Diego Céspedes; o presidente afirmou que os prêmios devem privilegiar obras com mérito próprio.
O Cannes mergulha novamente no cinema mundial. Nesta terça-feira (12), começa a 79ª edição, que vai até 23 de maio na Côte d’Azur. Mais de 100 filmes integram a programação, sendo 22 concorrentes à Palma de Ouro. A cerimônia de abertura está marcada para as 19h, no horário local.
Entre as atrações, destaque para o tapete vermelho com nomes de peso, como Javier Bardem e Penélope Cruz, que atuam em títulos diferentes. O casal Michael Fassbender e Alicia Vikander também integra a lista de estrelas presentes, em torno do filme Hope, do sul-coreano Na Hong-jin.
Ao todo, 22 filmes disputam o prêmio máximo, com cinco dirigidos por mulheres. Entre os favoritos, Andrey Zvyagintsev e Asghar Farhadi já foram premiados anteriormente, enquanto Kore-eda e Mungiu podem repetir o feito.
Júri e favoritos
O júri é chefiado pelo cineasta Park Chan-wook, ao lado de Demi Moore, Chloé Zhao e Diego Céspedes. Eles decidirão quem leva a Palma de Ouro no encerramento.
O diretor Thierry Frémaux afirma que o festival deve premiar obras por seus méritos, sem considerar fatores externos como nacionalidade ou ideologia. A geopolítica, porém, costuma influenciar a programação.
O tema político também emerge como pano de fundo: Cannes não costuma se posicionar explicitamente sobre conflitos, mantendo o foco na avaliação estética das obras. O foco permanece na qualidade da competição.
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