- Débora Falabella comemora dois anos em cartaz da peça solo Prima Facie, que segue com sessões esgotadas pelo Brasil.
- A última apresentação desta fase acontece nesta sexta-feira, 8, no Teatro Bradesco, em São Paulo.
- Ao longo da trajetória, nomes como Fernanda Montenegro, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Wagner Moura, Marco Nanini e a ministra do STF Cármen Lúcia assistiram à montagem.
- Em Brasília, a plateia contou com a presença da primeira-dama Janja.
- A turnê segue em maio com apresentações em Goiânia (16 e 17), Curitiba (23) e Florianópolis (29 a 31), com novas datas a serem anunciadas.
Débora Falabella celebrou nesta semana os dois anos em cartaz de Prima Facie, espetáculo solo que segue em temporada pelo Brasil. A última sessão acontece nesta sexta-feira no Teatro Bradesco, em São Paulo, marcando o marco de meia década em cena.
A peça aborda violência contra a mulher e representatividade feminina no Judiciário, temas centrais para o público. A concepção e direção são de Yara de Novaes, parceira de longa data da atriz, que estrela a montagem ao lado de Falabella.
Durante a trajetória, a montagem já reuniu nomes do cinema, da música e do cinema no auditório. Entre as visitas ilustres estão a ministra do STF Cármen Lúcia, além de artistas como Fernanda Montenegro, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Wagner Moura e Marco Nanini. Em Brasília, a primeira-dama Janja marcou presença.
Nos últimos meses, Prima Facie passou por diversas capitais, ampliando o alcance da mensagem da peça. Goiânia, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Teresina, Belém, Fortaleza e São Luís integram a rota, segundo a produção.
As próximas sessões acontecerão em Goiânia nos dias 16 e 17 de maio, em Curitiba no dia 23 de maio e em Florianópolis entre 29 e 31 de maio. A equipe pretende levar o espetáculo a mais estados nas semanas seguintes, conforme ajuste de agenda.
Turnê pelo Brasil
A diretora ressalta o alcance emocional da história, que envolve plateias de diferentes gerações. Falabella destaca a importância de tratar de temas urgentes com responsabilidade cênica, mantendo a narrativa acessível a diferentes públicos. A produção mantém o tom informativo e sem sensacionalismo.
A circulação nacional visa ampliar o debate sobre violência contra a mulher e o papel do Judiciário na vida real. A equipe indica que novas datas devem ser anunciadas em breve, mantendo o foco na expansão da reach do espetáculo.
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