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Adriane Galisteu explica escolha de produzir documentário sobre Ayrton Senna

Galisteu explica por que produzir documentário sobre Ayrton Senna: o lado pessoal dele é pouco retratado e ganha apoio do marido

Adriane Galisteu e Ayrton Senna — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Adriane Galisteu, 52 anos, falou sobre sua decisão de produzir um documentário sobre Ayrton Senna, afirmando que ele foi pouco retratado no passado.
  • A apresentadora agradeceu o apoio do marido, Alexandre Iódice, dizendo que ele foi o maior entusiasta do projeto.
  • Ela relembrou o relacionamento com Senna, que durou cerca de um ano e meio e terminou com a morte do piloto em 1994, em Ímola.
  • Galisteu contou que a série sobre a apresentadora, na Netflix, não abordou o papel dela na vida de Senna, o que motivou a produção do documentário.
  • Durante a entrevista, a modelo mencionou o velório de Senna e explicou que, na época, as percepções da imprensa não refletiam sua dor real e o apoio que recebeu.

Adriane Galisteu, de 52 anos, revelou em entrevista ao Provoca, da TV Cultura, que decidiu produzir um documentário sobre Ayrton Senna para contar aspectos pouco retratados da vida do tricampeão de Fórmula 1. A apresentadora destacou que o projeto conta com o apoio do marido, Alexandre Iódice, como principal incentivador da ideia.

A modelo e ex-namorada de Senna manteve relacionamento com o piloto por cerca de um ano e meio e, na época de sua morte, em 1994, estava noiva dele. Ela comentou que a decisão de produzir o material surgiu após reconhecer que há espaço para uma visão mais humana do atleta, que vá além da imagem do campeão.

O documentário, ainda em produção, será apresentado como parte de uma série que Galisteu tem desenvolvido sobre sua própria trajetória na mídia. A Netflix já lançou uma série sobre Senna, mas não abordou o relacionamento com Galisteu, algo que motivou a nova produção, segundo a apresentadora.

Durante a conversa, Galisteu também comentou a repercussão de imagens do velório de Senna em Ímola, em 1994. Ela afirmou que, na época, recebeu apoio próximo de pessoas próximas, como a equipe e assessores, e que a percepção externa sobre aquele momento não condiz com o que vivia no dia a dia.

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