- Laura Dern vai estrelar série limitada sobre a investigação de Jeffrey Epstein, produção executiva de Adam McKay, baseada no trabalho da jornalista Julie K. Brown.
- Dern interpretará Brown, repórter do Miami Herald, na primeira abordagem ficcional da história de Epstein; roteiro baseado no livro Perversion of Injustice: The Jeffrey Epstein Story (2021).
- Sharon Hoffman escreverá o projeto e atuará como co-showrunner ao lado de Eileen Myers; McKay, Dern e Brown também serão produtores executivos.
- A série da Sony Pictures Television, ainda sem título, promete apresentar “uma conta explosiva” sobre o acordo de plea deal entre Epstein e procuradores federais, a partir das investigações de Brown que identificaram 80 vítimas.
- O trabalho de Brown ajudou a reacender o interesse público sobre Epstein, incluindo a renúncia do então secretário de Trabalho dos EUA, Alex Acosta; a produção ainda está à procura de comprador e não iniciou as filmagens.
Laura Dern vai atuar em uma série limitada sobre a investigação de Jeffrey Epstein, produzida por Adam McKay. Ela interpretará Julie K. Brown, jornalista do Miami Herald, a primeira personagem da ficção sobre o caso baseada no trabalho da repórter.
O projeto é inspirado no livro de Brown, Perversion of Injustice: The Jeffrey Epstein Story, de 2021. Sharon Hoffman, autora da minissérie Mrs. America, assina o roteiro e é co-showrunner ao lado de Eileen Myers. McKay atua como produtor-executivo, junto de Dern e Brown.
A série, ainda sem título, é produzida pela Sony Pictures Television. O logline aponta que a obra trará a exposição de um acordo secreto entre Epstein e promotores federais, a partir da experiência de Brown como repórter de investigação. A produção acompanhará anos de apuração que identificaram 80 vítimas e levaram a prisões de Epstein e de Ghislaine Maxwell.
Brown catalisou o escrutínio público sobre Epstein, acusado de tráfico sexual de menores. Em 2018, o Miami Herald publicou uma série em três partes sobre a relação entre procuradores, advogados de Epstein e figuras poderosas. A repercussão contribuiu para a prisão de Epstein em 2008, por tráfico de menores, e a renúncia do então secretário do Trabalho dos EUA, Alex Acosta.
O andamento do projeto continua: ainda não houve venda de distribuição nem início de produção. Nos EUA, a continuidade das investigações federais sobre Epstein e a divulgação de documentos permanecem em pauta, gerando debates sobre transparência. O caso mantém o interesse público e jurídico relevante, mesmo após a morte do financiador, em 2019.
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