- O episódio especial do quadro Mulheres Fantásticas, no Fantástico, após o Domingão com Huck, aborda a fertilização in vitro e a história da cientista Jean Purdy.
- Fátima Bernardes e Poliana Abritta, mães de trigêmeos via FIV, participam do programa como responsáveis por narrar e apresentar os relatos.
- Jean Purdy e a equipe enfrentaram dificuldades financeiras e de materiais; após mais de uma década, nasceu Louise, a primeira bebê de proveta, mas o reconhecimento só veio depois.
- O episódio também conta a história de Livia Eberlin, brasileira que desenvolveu uma tecnologia capaz de identificar células cancerosas, incluindo a caneta cirúrgica apresentada por Poliana em Houston.
- A proposta é mostrar como a FIV transformou a maternidade e destacar pessoas ligadas a esse avanço médico.
A Fertilização in Vitro (FIV) será tema de um episódio especial do quadro Mulheres Fantásticas no Fantástico, exibido após o Domingão com Huck. A produção relembra a contribuição de Jean Purdy, uma das pioneiras na FIV, assegurando o avanço científico.
As apresentações ficam por conta de Poliana Abritta, mãe de trigêmeos via FIV, e Fátima Bernardes, também mãe de trigêmeos por esse método. Ambas narram a trajetória de Purdy, desde os primeiros experimentos até o reconhecimento tardio de seu papel.
O programa busca esclarecer como a FIV mudou o cenário da maternidade e da medicina, destacando a persistência de equipes em condições financeiras precárias.
O episódio vai ao ar neste domingo, direto da programação da TV Globo, trazendo relatos históricos e aspectos humanos da pesquisa.
História de Jean Purdy
Jean Purdy foi uma das cientistas-chave na FIV, atuando em parceria com colegas que valorizavam a pesquisa mesmo com poucos recursos. A equipe enfrentou dificuldades financeiras, recorrendo a materiais improvisados. Louise, nascida em 1978, foi a primeira bebê de proveta do mundo.
Anos após a morte de Purdy, sua participação recebeu reconhecimento público, graças ao esforço dos colegas e de famílias que acompanharam o avanço da tecnologia.
Tecnologia de Livia Eberlin
O episódio também aborda a brasileira Livia Eberlin, criadora de uma tecnologia capaz de identificar células cancerosas. Poliana Abritta viajou a Houston, no Texas, para conhecer a caneta cirúrgica em estudo no maior centro de pesquisas de câncer.
A ferramenta pretende apontar, durante a cirurgia, os limites entre tumor e tecido normal, auxiliando cirurgias mais precisas e seguras para pacientes.
Eberlin comenta que a invenção resulta de anos de laboratório e de oportunidades que surgem no ambiente acadêmico e clínico.
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