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Dark Mofo 2026 exibe filme de Willem Dafoe com sessões para uma pessoa por vez

Dark Mofo divulga Sculpt: Eye of the Duck, filme de Gréaud que só pode ser visto por uma pessoa por vez, em local secreto fora de Hobart

Actor Willem Dafoe and French artist Loris Gréaud. An edit of Gréaud’s film Sculpt, which can only be watched by one person at a time, will be shown at this year’s Dark Mofo festival in Hobart, Tasmania to a lucky few.
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  • O Dark Mofo de 2026 apresentará o filme experimental Sculpt: Eye of the Duck, de Loris Gréaud, com Willem Dafoe e Charlotte Rampling, que poderá ser assistido por apenas uma pessoa por vez em local secreto fora de Hobart.
  • Serão nove horários de sessões solo por dia, com os espectadores sendo buscados e levados a um local remoto para assistir aos cinquenta minutos do filme.
  • A programação inclui performances, instalações videográficas e obras cinéticas de artistas latino-americanos, em espaços inusitados ao redor de Hobart, incluindo um navio de cruzeiro ancorado no cais central.
  • Entre as atrações, destacam-se obras de artistas como Candela Capitán e Kiyo Gutiérrez, além de comissões específicas para o festival, como uma performance de Regina José Galindo e uma grande instalação sonora de Boris Acket.
  • O festival acontece entre 11 e 22 de junho, com tradicionalmente presentes o mergulho nude no solstício de inverno, o desfile Ogoh-ogoh, a Feira de inverno e a festa Night Mass; as ingressos começam a venda em 1º de abril.

O Dark Mofo de 2026 terá uma programação marcada pela experimentsção e por apresentações únicas. Entre elas, destaca-se o filme Sculpt: Eye of the Duck, de Loris Gréaud, estrelado por Willem Dafoe e Charlotte Rampling, que pode ser assistido por apenas uma pessoa por vez. A exibição acontece em Hobart, Tasmanian, em local secreto fora da cidade.

O público poderá concorrer a uma das nove sessões de exibição solo, em horários diferentes, na manhã de cada dia. Os espectadores selecionados serão buscados em Hobart e levados a um local remoto para assistir aos 50 minutos do filme.

Além do filme, o festival intensifica a presença de artistas latino-americanos. Destaques incluem a coreógrafa espanhola Candela Capitán e a artista mexicana Kiyo Gutiérrez, que apresentará performances em espaços inusitados ao redor de Hobart, incluindo um navio de cruzeiro no centro da cidade.

Gutiérrez leva duas obras: Hairline Border e Un muro que parte el cuerpo en dos, que mostram violência de fronteiras por meio de ações corporais. Pela Austrália, participam Hayley Millar Baker, Abdul-Rahman Abdullah, Vipoo Srivilasa e Chunxiao Qu, que apresenta uma instalação neon intitulada There’s Nothing Left to Pray For.

A edição de 2026 amplia o Dark Park, seu parque de arte, para o mar. O Spirit of Tasmania exibirá vídeos e instalações, com 15 robôs cães em uma instalação de ficção científica. A programação também traz obras de Arthur Jafa e Berna Reale em projeções de grande escala.

Entre as novidades, está uma peça de Regina José Galindo, sobrevivente do conflito guatemalteco, que aborda economias de atenção durante guerras. Outro destaque é uma instalação sonora de Boris Acket, com 135 cabos de luz e alto-falantes para criar uma nuvem envolvente de som e luz.

O festival mantém tradições como o banho nude no solstício de inverno, o desfile Ogoh-ogoh, o Mercado Winter Feast e a festa Night Mass. A curadoria destaca a presença de artistas latino-americanos como eixo criativo da programação.

As atividades vão de 11 a 22 de junho. Os ingressos para o Dark Mofo entram em venda no dia 1º de abril, com a expectativa de atrair público nacional e internacional para Hobart e arredores.

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