- Steve Carell revelou que Paul Rudd o aconselhou a não fazer o teste para o papel de Michael Scott na versão americana de The Office.
- Amy Poehler confirmou que, ao saber do remake, achou a ideia ruim, duvidando da possibilidade de alguém superar Ricky Gervais na versão britânica.
- Carell fez o teste mesmo assim e acabou conseguindo o papel, apesar das advertências.
- O piloto da versão norte-americana teve a pior recepção em testes de audiência da NBC, segundo o ator.
- The Office teve nove temporadas e duzentas e um episódios, rendeu várias indicações ao Emmy para Carell, e ganhou um spin-off, The Paper, em dois mil e vinte e cinco, exibido pelo Peacock.
Steve Carell revelou em entrevista que recebeu orientação de colegas da indústria para não fazer o teste para o papel de Michael Scott na versão norte-americana de The Office. A orientação veio de Paul Rudd, segundo o ator, que o chamou para desencorajá-lo.
A conversa ocorreu durante o vlog Good Hang, com a participação de Amy Poehler. Carell já estava em produção do filme O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy na época e acabou fazendo o teste mesmo assim.
Ao falar sobre o piloto, Carell disse que a primeira etapa de testes de audiência da NBC foi marcada por forte rejeição ao episódio. Mesmo com a resposta inicial negativa, a série conquistou enorme sucesso comercial e de crítica, chegando a nove temporadas e 201 episódios.
Carell comentou que tinha assistido apenas ao início da versão britânica e preferiu não ver mais, para não influenciar sua atuação. Ele afirmou que a percepção de extrema qualidade do original não deixou espaço para uma adaptação facilitada.
O ator indicou não ter interesse em reprisar o papel de Michael Scott. Disse que é melhor manter o que foi criado na série original, sem tentar reinventar ou reencenar a personagem.
A franquia The Office retornou em 2025 com o spin-off The Paper, exibido pelo Peacock, ampliando o universo da narrativa sem retomar diretamente o formato original.
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