- Paul Rudd pediu a Steve Carell para não fazer teste para The Office, dizendo para ele não auditionar.
- Carell contou no podcast Good Hang with Amy Poehler, na terça-feira, que Rudd o aconselhou a não participar.
- Ele explicou que, mesmo com o humor de Ricky Gervais, o piloto teve o teste mais baixo já registrado pela NBC.
- Carell afirmou que atuar em The Office entre 2005 e 2011 acabou sendo um “serviço público” para quem assiste, oferecendo sensação de segurança.
- O ator também disse que, em 2018, considerava revival impraticável hoje, devido à maior sensibilidade a conteúdos ofensivos.
O ator Steve Carell revelou que recebeu um alerta significativo antes de aceitar o papel principal em The Office. Paul Rudd, que hoje tem 56 anos, pediu que Carell não fosse para aquele projeto: a recomendação foi clara e direta, para não fazer a audição.
Carell contou durante o podcast Good Hang with Amy Poehler que Rudd o aconselhou a evitar a atração pela série. Segundo o ator, a sugestão foi de não participar, citando dúvidas sobre a viabilidade do projeto.
O diálogo ocorrido teve impacto na decisão de Carell, que acabou aceitando o papel de Michael Scott. O início da série na NBC teve receio inicial, com a resposta do público sendo medida apenas após o piloto.
O relato de Carell também traça o contexto da criação da comédia. Ele mencionou que a recepção inicial do piloto foi negativa, mas a produção empurrou o projeto adiante e o elenco foi ganhando força ao longo do tempo.
Entre os dados que o comediante compartilhou, há lembranças sobre o fim da participação de Carell na série. Ele comenta que o desfecho dos seus arcos foi pensado com planejamento, buscando evoluções para o personagem.
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