- Andy Weir teve The Martian levado às telas em 2015 e o filme arrecadou mais de US$ 600 milhões, e Project Hail Mary teve um fim de semana de estreia expressivo, sinalizando sucesso de bilheteria.
- Mesmo com o êxito, Weir diz que evita pensar na adaptação ao começar um novo romance, porque as duas mídias são muito diferentes.
- Em Project Hail Mary, ele atuou como produtor e participou de várias etapas da produção, mas tentou deixar o trabalho aos responsáveis técnicos.
- Sua orientação aos autores é simples: ao escrever um livro, foque na experiência do leitor e naquilo que faz o livro funcionar, sem se restringir a uma possível adaptação cinematográfica.
- O roteirista Drew Goddard destaca temas humanos e emoção na obra, afirmando que a alma do livro ajuda a transformar a história em cinema, o que ajudou a superar o medo inicial da adaptação.
Andy Weir explica por que não transformar um livro em roteiro de cinema é a abordagem correta para quem escreve. O autor de The Martian e Project Hail Mary evita pensar na adaptação durante a escrita de uma nova obra.
Weir também comenta sua participação como produtor em Project Hail Mary, trabalho que compreendeu desde a filmagem até a escolha de diretores e ajustes no pós. Mesmo assim, ele mantém o foco na experiência de leitura do leitor.
Segundo ele, a principal lição é não priorizar a viabilidade cinematográfica durante a escrita. O texto sugere aproveitar o vasto território da narrativa em prosa, onde a lente é a imaginação do leitor.
Drew Goddard, roteirista das duas adaptações, afirma que Weir traz ideias visuais ambiciosas e temas humanos profundos. A parceria entre autor e roteirista ajudou a converter a obra para a tela sem perder a essência.
A conversa, divulgada pela imprensa especializada, reforça que uma boa história pode funcionar de modo distinto nos formatos. A expectativa é de que Project Hail Mary se mantenha entre os filmes de maior rendimento do ano.
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