- Estreia no Brasil de Devoradores de Estrelas, sci‑fi com Ryan Gosling, baseado no livro de Andy Weir; lançamento marcado para esta quinta-feira (19).
- A história acompanha Ryland Gace, doutor em biologia molecular que se torna professor do ensino médio e é enviado a 12 anos‑luz da Terra para entender por que grande parte das estrelas está morrendo.
- Direção de Phil Lord e Chris Miller; roteiro de Drew Goddard, que já trabalhou na adaptação de Perdido em Marte e criou a série do Demolidor.
- Os direitos para a produção foram adquiridos antes do livro ser lançado; a trama envolve um encontro com um alienígena durante a viagem.
- Em entrevista, Drew Goddard fala sobre combinar rigor científico com narrativa acessível e ressalta a importância da ficção científica para explorar quem somos.
Drew Goddard, roteirista de Devoradores de Estrelas, participou de entrevista à revista Super. O longa estreia no Brasil nesta quinta-feira e é baseado no livro homônimo de Andy Weir, autor de Perdido em Marte. O filme reúne Ryan Gosling no papel principal.
A história acompanha Ryland Grace, doutor em biologia molecular que vira professor de ensino médio. Em uma missão a 12 anos-luz da Terra, ele encara a missão de investigar o fim da maior parte das estrelas do Universo. O enredo mistura ciência rigorosa e aventura de ficção científica.
Dirigido por Phil Lord e Chris Miller, o filme marca a volta de a dupla na função de direção em mais de dez anos. O roteiro ficou a cargo de Drew Goddard, que também colaborou na adaptação de Perdido em Marte. Os direitos para adaptar a obra foram adquiridos antes do lançamento do livro.
Parceria entre o autor e o roteirista
Goddard contou à Super que a parceria com Weir facilita a tradução científica para o público, já que Weir domina o assunto, enquanto ele trabalha a forma de apresentar o conteúdo. O autor é descrito como fundamental para manter a verossimilhança técnica do filme.
Contexto e visão do gênero
O roteirista destacou a relevância atual da ficção científica, citando a exploração de temas sobre humanidade em meio a avanços tecnológicos. Goddard ressaltou que o gênero ajuda a refletir sobre questões fundamentais através de narrativas de grande alcance.
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