- Michael B. Jordan venceu o Oscar de Melhor Ator em 2026 pelo filme Pecadores, tornando-se o sexto homem negro a vencer a categoria em 98 edições.
- O ator também faturou prêmios como BAFTA e SAG/Actors Award durante a temporada de premiações.
- Em discurso, Jordan agradeceu ao pai, que veio de Gana, e a Ryan Coogler pela oportunidade, além de dedicar a vitória aos apoiadores.
- Os concorrentes na categoria incluíram Wagner Moura, Leonardo DiCaprio, Ethan Hawke e Timothée Chalamet.
- Pecadores teve dezesseis indicações, incluindo Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e atuações coadjuvantes; o filme se passa nos anos 1930 no sul dos Estados Unidos, acompanhando dois irmãos gêmeos que abrem um clube de música para a comunidade negra.
Michael B. Jordan venceu o Oscar 2026 na categoria Melhor Ator, domingo (15). O prêmio foi concedido pelo papel em Pecadores, colocando-o entre os seis vencedores negros da história da premiação. A cerimônia aconteceu nos EUA, durante a temporada de reconhecimento do cinema.
Jordan superou concorrentes de peso, como Wagner Moura, Leonardo DiCaprio, Ethan Hawke e Timothée Chalamet. A vitória encerra uma campanha marcada por prêmios prévios, incluindo BAFTA e SAG/Actors Awards, entre outros.
Em seu discurso, o ator ressaltou a origem de sua família e agradeceu a quem acreditou nele, destacando o apoio do diretor Ryan Coogler. A homenagem também citou inspirações históricas de cinema e o compromisso com a representação.
O filme Pecadores
Pecadores recebeu 16 indicações, recorde histórico da Academy, incluindo Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. O longa se passa no sul dos EUA, nos anos 1930, acompanhando dois irmãos gêmeos que retornam à cidade natal.
A dupla, Fuligem e Fumaça, abre um clube de música para a comunidade negra. A produção retrata a reconstrução da vida, mas enfrenta ataques de violência humana e sobrenatural, além de enfrentar o racismo estrutural da época.
O enredo também explora traumas passados e a luta pela sobrevivência da comunidade, enfatizando a importância de preservar a memória e a voz negra em meio a conflitos locais.
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