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Deborah Evelyn comenta vilã em Dona Beja, gosto de personagens que incomodem

Deborah Evelyn afirma que vilã de Dona Beja provoca reflexão sobre racismo e preconceitos, com virada dramática que humaniza a antagonista

Deborah Evelyn interpreta Ceci em 'Dona Beja' (2026) — Foto: Patrícia Devoraes/Brazil News e Reprodução/Instagram
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  • Deborah Evelyn, de 59 anos, atua como Ceci, a antagonista principal da nova leva de Dona Beja, produzida pela HBO Max.
  • A personagem Ceci é uma mulher branca, racista, que se casa com um homem negro, em uma história ambientada no início do século XIX.
  • Em entrevista à Quem, a atriz disse que gosta de papéis fortes que incomodem e façam o público questionar preconceitos.
  • Evelyn afirma que há uma virada na trama que ajuda o público a entender as motivações de Ceci, humanizando a personagem sem ser uma redenção.
  • A artista ressaltou que a nova versão não é um remake, mas uma recriação da história original de Dona Beja, com diferenças marcantes em relação à edição de 1986.

Deborah Evelyn, de 59 anos, assume a função de antagonista na nova adaptação de Dona Beja, da HBO MAX, interpretando Cecília Sampaio (Ceci). A história se passa no início do século XIX e aborda o preconceito racial (racismo) na relação entre Ceci e Beja.

A atriz explica que prefere personagens fortes que provoquem reflexão. Segundo ela, Ceci luta para manter mudanças impedidas e isso leva o público a questionar seus próprios padrões. A narrativa usa o choque entre raças para provocar a leitura crítica.

Ela comenta ainda que, mesmo em posição de vilã, a personagem oferece uma leitura humana. Ao longo da trama, há uma virada que revela motivações complexas, ajudando a entender o contexto histórico que levou à relação entre Ceci e Beja.

Segundo Evelyn, a produção não é um remake, mas uma recriação que amplia elementos da obra original. A atriz ressalta que a abordagem atual difere da versão de 1986, com novos dados sobre racismo e família.

Comparação entre vilãs

A adaptação não busca repetir a versão anterior. A intérprete aponta que cada versão contextualiza o enredo de forma distinta, com Cecília ocupando um papel diferente na trama atual. A produção reforça a distância em relação aouduk original.

Sobre a relação com Dona Beija de 1986, Evelyn afirma que a nova leitura não segue a mesma linha. Ela destaca que a narrativa incorpora novas informações e aborda questões de raça de forma atualizada, sem ser um remake.

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