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Reality Check: Tyra Banks é criticada em análise de America’s Next Top Model

Reality Check revela abusos, humilhação e manipulação em America's Next Top Model, destacando impactos duradouros para as ex-modelos

Reality Check: Inside America's Next Top Model. Front row (from left): Ebony, Shannon, Giselle. Back row (from left): Adrianne, Elyse, Kesse, Robin
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  • Reality Check: Inside America’s Next Top Model é uma série documental da Netflix em três episódios que aborda críticas sobre corpo, humilhação e tratamento tóxico no programa original.
  • A produção traz acesso a Tyra Banks, J. Alexander, Jay Manuel, Nigel Barker, Ken Mok e dezenas de ex-participantes para entrevistas e relatos.
  • O documentário mostra shoots e dilemas do show vistos hoje como humilhações, incluindo situações em que modelos foram avaliadas pela aparência física e por estereótipos.
  • Casos específicos mencionados incluem pressão para modificar dentes, e uma cena de Milão em que uma participante relata ter sido exposta a sexo com câmeras ligadas, em meio a alegações de alcoolismo e possível falta de consentimento.
  • O material também registra que muitas competidoras viviam dificuldades financeiras e que a indústria da moda não foi amplamente influenciada pelo estilo extremo do programa; Banks e Mok respondem de formas distintas às críticas apresentadas.

Reality Check: Inside America’s Next Top Model analisa o impacto da série de 2003 a 2007 e revela críticas sobre tratamento de participantes e padrões de beleza impostos. O documentário em 3 capítulos investiga como o programa moldou a cultura de moda e de reality shows.

A obra, disponível na Netflix, oferece acesso a Tyra Banks, J Alexander, Jay Manuel, Nigel Barker e Ken Mok, além de dezenas de ex-participantes. Os relatos apontam práticas de humilhação, avaliações corporais e pressão psicológica durante as gravações.

Entre os episódios abordados, há exemplos de fotos de alto impacto e campanhas de makeovers que, segundo as entrevistas, reforçaram padrões estreitos de cintura e corpo. A produção é apresentada como parte de uma visão crítica sobre o legado da série.

Mok admite que certas fotos e cenas tiveram problemas, mas defende a abordagem documental. Banks não comenta de forma direta detalhes de tramas ou produções, mantendo o foco em aspectos de democratização e diversidade da moda.

O documentário traz relatos de conciliação entre participantes e o contexto da indústria na época, incluindo críticas a decisões de elenco e à recepção do público. Segundo entrevistas, várias candidatas já viviam situações de vulnerabilidade antes do programa.

Um ponto perturbador envolve o relato de Shandi sobre uma viagem a Milão, em que eventos graves ocorreram durante registros de câmera. A narrativa sugere que houve consumo de álcool, ambiguidades de consentimento e falha de intervenção da produção.

Os produtores afirmam que certas cenas foram minimizadas na edição final. Banks reage destacando a pressão do público e a busca por audiência, sem se comprometer com mudanças nas práticas de produção.

O documentário aponta que muitas ex-participantes hoje se encontram em situação mais estável, mas mantém críticas à forma como a atração influenciou carreiras e percepção pública de beleza. A análise conclui que o show deixou marcas duradouras, nem sempre positivas, sobre a indústria.

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