- O Kennedy Center interromperá as operações de entretenimento por aproximadamente dois anos, a partir de 4 de julho, durante as obras de renovação.
- A decisão ocorre após Trump assumir a liderança do centro, com mudanças na diretoria, e anunciar planos para uma reabertura que supere tudo o que já ocorreu no local.
- O centro, que costumava realizar mais de dois mil eventos por ano, tem visto muitos artistas cancelarem apresentações e queda nas vendas de ingressos.
- Em dezembro, a nova diretoria, escolhida por Trump, votou pela renomeação para “Trump-Kennedy Center”; a alteração depende de aprovação do Congresso.
- Em janeiro, a Washington National Opera anunciou que transferiria suas apresentações do Kennedy Center após mais de quarenta anos.
O John F Kennedy Center, centro de artes cênicas em Washington DC, interromperá as atividades de entretenimento por cerca de dois anos a partir de 4 de julho, para dar início a reformas. A informação foi anunciada por Donald Trump por meio da rede social Truth Social.
O anúncio ocorre após meses de cancelamentos de shows na casa e de queda nas bilheterias, observados desde a tomada de gestão promovida por Trump no início de seu mandato. A reforma visa revitalizar a instituição, segundo o próprio ex-presidente, e depende da aprovação da diretoria.
Tradicionalmente o Kennedy Center realiza mais de 2 mil eventos por ano, mas vários artistas já haviam cancelado apresentações desde o começo da reestruturação. Em meio às mudanças, a Washington National Opera anunciou a transferência de suas performances para outra sede.
Desdobramentos e contexto
A gestão de Trump gerou mudanças na direção e em cargos-chave do centro, com repercussões entre produtores e artistas. Nomes de peso no meio artístico anunciaram afastamentos de funções de conselheiros e de projetos previstos para o Kennedy Center.
A instituição também enfrentou discussões sobre o nome oficial e sua identidade institucional, além de ajustes administrativos que acompanharam a nova direção. A situação envolve questões de governança, alinhamento cultural e impacto financeiro.
A queda de bilheteria foi alvo de análises, com dados indicando um significativo percentual de ingressos ainda não vendidos em produções recentes. O centro continua a redefinir estratégias para o futuro, condicionadas pela renovação em curso.
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