- O documentário Melania Trump arrecadou mais de US$ 8 milhões na estreia nos EUA, o melhor início de um documentário em mais de uma década.
- O filme custou US$ 40 milhões para produzir e US$ 35 milhões para promover, não chegando a gerar lucro.
- A produção enfrentou críticas por supostamente servir como estratégia para agradar o então presidente Donald Trump.
- A recepção comercial foi mais favorável entre conservadores do sul dos EUA, especialmente mulheres com 55 anos ou mais, mas as críticas foram majoritariamente negativas.
- Nos cinemas, o filme ficou atrás de dois longas de horror, Iron Lung e Send Help, mas superou o filme Shelter; a direção é de Brett Ratner.
Melania Trump: documentário da Amazon registra estreia de US$ 8 milhões, o melhor início de um doc nos últimos 10 anos. A obra acompanha a ex-primeira-dama enquanto se prepara para retornar à Casa Branca em 2025. A estreia ocorreu durante o fim de semana de lançamento.
O filme movimentou bilheteria nos EUA, superando expectativas de distribuição, mas não gerou lucro suficiente para cobrir o orçamento. Foram gastos US$ 40 milhões na produção e US$ 35 milhões na divulgação, segundo fontes da indústria.
Dirigido por Brett Ratner, o documentário recebeu críticas negativas de veículos especializados, com avaliações que o classificam como amplamente laudatório e pouco revelador. A reportagem aponta que o público conservador, sobretudo mulheres acima de 55 anos, compôs grande parte da plateia de abertura.
Detalhes de produção e bilheteria
EntTelligence aponta que cinemas rurais devem contribuir com parte relevante do faturamento do fim de semana inicial. Estados conservadores como Flórida e Texas aparecem entre os principais no desempenho de bilheteria.
A produção teve destaque por ter enfatizado temas próximos aos interesses do eleitorado favorável a Trump, como patriotismo, fé e família. Contudo, críticos destacam o alto custo como ponto central da discussão sobre a viabilidade econômica do projeto.
Controvérsias associadas
No mesmo dia da abertura, o diretor Ratner apareceu em fotos vinculadas a arquivos não relacionados ao filme, envolvendo o ex-foliciante Jeffrey Epstein. As imagens foram divulgadas pela própria Justiça norte-americana, sem que haja implicação direta de Ratner nos fatos.
Donald Trump afirmou que não participou das negociações sobre o orçamento de US$ 75 milhões. Melania confirmou que produtores procuraram distribuidores, com a Amazon recebendo a proposta e aceitando exibir o filme em circuitos mundiais.
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