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Brigitte Bardot morre aos 91 anos, ícone do cinema francês

Ícone do cinema, Brigitte Bardot morre aos 91 anos; legado inclui fama de Saint-Tropez e Búzios e defesa animal

A atriz Brigitte Bardot durante uma passagem por Hollywood, em 1965, para o filme "Viva Maria", de Louis Malle. Foto: AFP
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  • Brigitte Bardot morreu aos 91 anos; a Fundação Brigitte Bardot informou o falecimento neste domingo, sem confirmar local ou data exata.
  • Participou de quase cinquenta filmes e ajudou a tornar famosas as cidades de Saint-Tropez, na França, e Búzios, no Brasil, com seu estilo simples e sensual.
  • Ao longo dos anos, gerou polêmicas com declarações sobre política, migração e caça, o que rendeu condenações em alguns casos.
  • Após a carreira, tornou-se defensora dos animais, criando em 1986 uma fundação e promovendo campanhas contra touradas, caça de elefantes e carne de cavalo.
  • O presidente Emmanuel Macron elogiou Bardot, destacando sua vida de liberdade e a importância de seu legado para a cultura francesa.

Brigitte Bardot, ícone do cinema francês, morreu aos 91 anos. A notícia foi anunciada neste domingo pela Fundação Brigitte Bardot, que leva seu nome, sem informar data ou local do falecimento. Bardot ficou famosa por filmes como E Deus Criou a Mulher e O Desprezo.

A atriz participou de quase 50 produções e ajudou a consolidar a imagem de Saint-Tropez, na França, e de Búzios, no Brasil, como símbolos de glamour. Sua trajetória abriu caminho para um estilo de cinema simples e sensual, marcando uma era.

Nos últimos anos, Bardot gerou controvérsia com declarações sobre política, migração e caça, o que gerou processos por difamação em alguns casos. Ainda assim, recebeu reconhecimento internacional pela atuação e pela atuação como defensora dos animais.

O presidente francês, Emmanuel Macron, elogiou Bardot, destacando sua vida de liberdade e a relação com a cultura francesa. Em mensagem publicada nas redes, ele ressaltou o impacto de seus filmes, sua voz e seu trabalho pela defesa animal.

Antes da fama, Bardot nasceu em uma família burguesa em 1934 e mostrou interesse pela dança e pela moda. O primeiro casamento com Roger Vadim abriu espaço para seu papel em E Deus Criou a Mulher, marcando o início da estrela internacional.

Em 1960 nasceu Nicolas, seu único filho, em meio à pressão da imprensa sobre a vida pessoal da atriz. Bardot encerrou a carreira de atriz na década de 1970, aos 40 anos, para dedicar-se a causas sociais.

Após abandonar o cinema, Bardot tornou-se figura central na defesa dos animais. Em 1986 criou uma fundação dedicada à proteção animal, com atuação internacional e campanhas contra caças e touradas.

A identidade de Bardot como símbolo de liberdade perdura na memória pública, associada a uma fase de mudança cultural na França dos anos 1950 e 1960. Sua influência ultrapassou o cinema e marcou debates sobre direitos dos animais.

A fundação que leva seu nome continua atuante, ressaltando a contribuição da atriz para a cultura e para a proteção animal. A confirmação do falecimento foi divulgada pela instituição, sem detalhes sobre a residência ou data precisa.

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